Negócios
Publicado em 21/11/2025, às 14h08 - Atualizado às 14h10 Nathalia Quiereguini
A BYD decidiu mexer no tabuleiro do mercado brasileiro de um jeito que chama atenção de quem compra com isenção (PcD), taxistas e empresas com CNPJ.
Com a produção nacional avançando e novas regras de incentivo já valendo, a marca atualizou sua tabela e reduziu valores de alguns modelos elétricos e híbridos.
O movimento reforça a estratégia da montadora de ampliar o acesso aos seus carros eletrificados e acelerar a presença no país, segundo o portal Garagem360.
A virada começou com a nacionalização da produção, que destravou isenções e benefícios fiscais antes restritos aos modelos importados.
Isso significa que, além de preços mais competitivos, o público PcD e as empresas conseguem condições que praticamente não existiam no segmento elétrico há poucos anos.
A lógica é simples: menos impostos, preço final mais baixo, e a BYD aproveitou o momento para reposicionar toda a linha de entrada.
O Dolphin Mini GL, um dos elétricos mais acessíveis da marca, agora entra na faixa dos R$ 99 mil para PCD e taxistas.
Já o híbrido plug-in BYD King GL teve um corte expressivo, ficando por volta de R$ 132 mil para PCD e ainda mais barato para taxistas, chegando na casa dos R$ 125 mil.
O SUV híbrido Song Pro GL segue a mesma linha e aparece com preços especiais que giram entre R$ 133 mil e R$ 148 mil, dependendo da modalidade.
Para quem compra com CNPJ, a BYD adotou descontos diretos sobre o valor de tabela. Na prática, empresas encontram o Dolphin Mini com cerca de 13% de abatimento, enquanto o King e o Song Pro recebem 15%.
Isso torna possível montar ou renovar frotas com veículos eletrificados pagando menos do que muitos carros a combustão vendidos no varejo.
A estratégia é clara: tornar o elétrico e o híbrido acessíveis para quem realmente movimenta o mercado, empresas, PcD e profissionais que vivem na rua.
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