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Sindsaúde convoca greve e prepara “Arraiá do Desgoverno” em protesto contra situação da saúde no RN

Reprodução/ISMEP
O Sindsaúde também critica a atuação de empresas terceirizadas e afirma que esse modelo vem sendo ampliado ao longo de diferentes gestões estaduais  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/ISMEP
José Nilton Jr.

por José Nilton Jr.

Publicado em 09/06/2026, às 15h55



O Sindicato dos Trabalhadores em Saúde do Estado (Sindsaúde/RN) convocou os trabalhadores da saúde para uma greve de 24 horas no próximo dia 17. Na mesma data, a categoria participará de uma assembleia para discutir os rumos da Campanha Salarial 2026 e avaliar o andamento das negociações com o Governo do Estado.

Durante o encontro, a direção do sindicato apresentará informes sobre as discussões realizadas na reunião da Mesa SUS, ocorrida na última segunda-feira (8), além de debater as próximas estratégias do movimento.

A mobilização faz parte da campanha da categoria por melhores condições de trabalho e valorização dos profissionais da saúde.

Sindicato denuncia precarização e avanço da terceirização

De acordo com o Sindsaúde, a paralisação tem como principal objetivo cobrar soluções para problemas enfrentados diariamente pelos servidores da rede pública de saúde.

Entre as reivindicações estão melhorias nas condições de trabalho, redução da sobrecarga nas unidades de saúde e medidas contra o avanço da terceirização dos serviços.

O sindicato também critica a atuação de empresas terceirizadas e afirma que esse modelo vem sendo ampliado ao longo de diferentes gestões estaduais e municipais.

Protesto terá ato em frente à Sesap

Além da greve e da assembleia, a categoria promoverá o chamado “Arraiá do Desgoverno”, ato programado para acontecer em frente à Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap).

A atividade pretende reunir trabalhadores para denunciar o que o sindicato classifica como políticas prejudiciais à saúde pública adotadas pelos governos estadual e municipal.

A entidade reforçou o convite para que os profissionais participem da paralisação e dos atos programados, destacando que a mobilização da categoria é fundamental para fortalecer a defesa dos direitos dos trabalhadores e do Sistema Único de Saúde (SUS).

Classificação Indicativa: Livre

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