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Reajuste do ICMS passa a valer e deve pesar no bolso dos potiguares; entenda

Marcelo Camargo/Agência Brasil
A partir de 1º de janeiro, potiguares enfrentam aumento no custo de vida devido ao novo ICMS sobre combustíveis e gás de cozinha.  |   BNews RN - Divulgação Marcelo Camargo/Agência Brasil

Publicado em 01/01/2026, às 16h17   Mayane Lins



A partir de 1º de janeiro, o Rio Grande do Norte implementa novos valores de ICMS sobre combustíveis e gás de cozinha, resultando em aumentos imediatos nos preços nos postos e na revenda do GLP em todo o estado.

O ICMS da gasolina subiu de R$ 1,47 para R$ 1,57 por litro, enquanto o diesel passou de R$ 1,12 para R$ 1,17, e o gás de cozinha teve um reajuste de aproximadamente R$ 0,08 por quilo, impactando diretamente o custo de vida da população.

Os revendedores foram orientados a ajustar os preços imediatamente, e a expectativa é que o aumento, especialmente do diesel, cause um efeito em cadeia, elevando os custos de transporte e, consequentemente, os preços de alimentos e serviços.

Resumo gerado por IA

A partir desta quinta-feira, 1º de janeiro, o custo de vida dos potiguares passa a aumentar. Os novos valores do ICMS sobre os combustíveis e o gás de cozinha entram em vigor hoje no Rio Grande do Norte e devem refletir em reajustes imediatos nos preços praticados nos postos e na revenda do GLP em todo o estado.

A mudança foi definida nacionalmente pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e entrou em vigor de forma simultânea em todas as unidades da federação. O novo modelo adota alíquotas fixas, cobradas por litro ou por quilo dos produtos, substituindo o cálculo anterior.

IMPACTO NO BOLSO 

Segundo o Sindipostos/RN, o ICMS da gasolina passou de R$ 1,47 para R$ 1,57 por litro, um acréscimo de R$ 0,10. No caso do diesel e do biodiesel, o imposto subiu de R$ 1,12 para R$ 1,17 por litro, com aumento de R$ 0,05. Já o gás de cozinha teve reajuste aproximado de R$ 0,08 por quilo, o que representa cerca de R$ 1,05 a mais no botijão de 13 quilos.

A expectativa do setor é de que o reajuste seja repassado integralmente ao consumidor, tanto na capital quanto no interior, com impacto percebido já nos primeiros dias do ano. O aumento do diesel, em especial, pode provocar efeito em cadeia na economia, influenciando os custos do transporte de cargas e, consequentemente, os preços de alimentos, produtos essenciais e serviços.

O Sindipostos/RN informou que os revendedores já foram orientados sobre os novos valores e reforçou a necessidade de adequação imediata às alíquotas em vigor, fazendo com que 2026 comece com preços mais altos nas bombas e no botijão de gás em todo o Rio Grande do Norte.

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