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Queda de asa-delta em São Conrado termina com duas mortes

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Rodolfo Pascoal Ladeira, conhecido por recordes, morreu após queda de asa-delta em São Conrado, Rio de Janeiro.  |   BNews RN - Divulgação Imagem: Reprodução

Publicado em 22/02/2026, às 17h36   Mayane Lins



O instrutor de voo livre Rodolfo Pascoal Ladeira faleceu após a queda de uma asa-delta no mar de São Conrado, no Rio de Janeiro, enquanto realizava um voo duplo, resultando na morte da passageira que estava com ele.

Rodolfo era um profissional respeitado no Clube São Conrado de Voo Livre, onde começou sua carreira e se destacou em competições, sendo conhecido por sua calma e atenção com alunos e turistas.

O acidente gerou comoção entre a comunidade de voo livre e mobilizou equipes de resgate, além de intensificar a discussão sobre a segurança nas práticas de voo na região.

Resumo gerado por IA

O instrutor de voo livre Rodolfo Pascoal Ladeira, conhecido no meio esportivo por recordes no parapente, morreu na manhã deste sábado (21) após a queda de uma asa-delta no mar de São Conrado, na zona Sul do Rio de Janeiro. Ele realizava um voo duplo quando a aeronave perdeu altitude e caiu na água.

A passageira, que fazia aula com o instrutor, foi retirada do mar com vida e levada em estado grave para o Hospital Municipal Miguel Couto, mas não resistiu aos ferimentos. As circunstâncias do acidente ainda serão apuradas.

Rodolfo construiu trajetória ligada ao voo livre no Clube São Conrado de Voo Livre, onde iniciou como resgatista de parapente. Foi ali que passou a se dedicar à prática esportiva, fez cursos, obteve credenciamento e se profissionalizou. Com o tempo, adquiriu equipamento próprio e começou a disputar competições, acumulando experiência até se habilitar para voos duplos.

A notícia provocou comoção entre alunos e colegas. Nas redes sociais, ex-clientes relembraram experiências ao lado do instrutor e destacaram sua postura tranquila e atenciosa durante os voos. Um amigo próximo, Alexandre Silva, afirmou que Rodolfo era reconhecido pelo profissionalismo e pela calma no trato com iniciantes e turistas que buscavam a experiência de voar sobre a orla carioca.

O caso mobilizou equipes de resgate e reforçou o debate sobre segurança nas práticas de voo livre na região, tradicional ponto de decolagem para asa-delta e parapente no Rio.

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