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Praia vira tapete vermelho: Mostra de Cinema de Gostoso promete espetáculo sob o céu aberto

Reprodução/Assessoria G7 Comunicação
A 12ª Mostra de Cinema de Gostoso acontece de 20 a 24 de novembro, com exibições em uma estrutura de alta tecnologia na Praia do Maceió  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/Assessoria G7 Comunicação
Giovana Gurgel

por Giovana Gurgel

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Publicado em 06/11/2025, às 12h30



A 12ª Mostra de Cinema de Gostoso anuncia a programação da Mostra Competitiva, que reúne longas e curtas nacionais, além das Sessões Especiais. O evento acontece de 20 a 24 de novembro, na Praia do Maceió, em São Miguel do Gostoso, com exibições ao ar livre em uma sala de cinema de alta tecnologia, montada diante do mar.

A estrutura conta com 700 espreguiçadeiras, tela de 12m por 6,5m, projeção em 4K e som 7.1, garantindo conforto e qualidade para o público.

Os filmes da Mostra Competitiva concorrem ao Prêmio do Público, decidido por votação popular, e ao Prêmio da Crítica, concedido por jornalistas convidados. Uma obra também receberá prêmio de pós-produção oferecido pelas empresas DOT e Místika.

A curadoria desta edição é formada por Carine Fiúza, Eugenio Puppo, Janaína Oliveira, Mariana Souza e Matheus Sundfeld.

Sessões especiais e clássicos

Entre as Sessões Especiais, está “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, ficção de 160 minutos que retrata a história de um professor refugiado de seu passado no Recife de 1977, em pleno carnaval.

Já o clássico restaurado “Cinema, Aspirinas e Urubus”, de Marcelo Gomes, retoma o sertão de 1942 para narrar o encontro entre um alemão em fuga e um brasileiro em busca de novos horizontes.

O filme de encerramento será o documentário “Dona Onete – Meu Coração Neste Pedacinho Aqui”, dirigido por Mini Kerti, que acompanha a trajetória da cantora paraense entre rios e saberes amazônicos, celebrando sua voz e ancestralidade.

Mostra competitiva de longas

Na Mostra Competitiva de longas, “A Natureza das Coisas Invisíveis”, de Rafaela Camelo, acompanha duas meninas que constroem laços em meio ao cotidiano hospitalar. “Buenosaires”, de Tuca Siqueira, apresenta uma cidade brasileira homônima da capital argentina e suas conexões afetivas.

“Morte e Vida Madalena”, de Guto Parente, mistura luto, maternidade e uma produção cinematográfica caótica.

“Cais”, de Safira Moreira, explora paisagens e memórias após a perda da mãe.
“Aqui Não Entra Luz”, de Karol Maia, investiga rastros da escravidão na arquitetura brasileira através de uma narrativa pessoal e histórica.

Mostra competitiva de curtas

Nos curtas, “Dia dos Pais”, de Bernardo Ale Abinader, se passa em uma Manaus tomada pela fumaça das queimadas. “Pupá”, de Osani, retrata autonomia e cotidiano em Acari, no Rio Grande do Norte.“Presépio”, de Felipe Bibian, acompanha uma discussão familiar no natal.

“Queimando por Dentro”, de Enock Carvalho e Matheus Farias, aborda fé, sexualidade e ruptura. “Laudelina e a Felicidade Guerreira”, de Milena Manfredini, homenageia uma figura histórica da luta das trabalhadoras domésticas.

“A Nave que Nunca Pousa”, de Ellen Morais, cria uma ficção científica documental em um quilombo paraibano. “Ressonância”, de Anna Zêpa, narra o desejo de liberdade de Margarida diante de uma rotina que sufoca.

Classificação Indicativa: Livre

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