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Menina de 1 ano sobrevive a acidente doméstico grave

Imagem: Bruno Castro/Arquivo Pessoal
Após cirurgia bem-sucedida, menina de 1 ano está em casa, mas seguirá em acompanhamento neurológico por precaução.  |   BNews RN - Divulgação Imagem: Bruno Castro/Arquivo Pessoal

Publicado em 17/01/2026, às 19h55   Mayane Lins



Uma menina de 1 ano sofreu um grave acidente ao cair da cama e ficar com um carregador de celular cravado na testa, mas já recebeu alta e está em casa com a família, embora continue sob acompanhamento neurológico.

A cirurgia para remover o carregador foi bem-sucedida, e a rápida resposta ao atendimento foi crucial para a recuperação, mas especialistas alertam para possíveis sequelas que podem não se manifestar imediatamente.

Apesar da boa recuperação inicial, o acompanhamento médico será mantido para monitorar possíveis efeitos tardios, como crises convulsivas, garantindo o desenvolvimento saudável da criança.

Resumo gerado por IA

Uma menina de 1 ano sofreu um grave acidente doméstico ao cair da cama e ficar com um carregador de celular cravado na testa já recebeu alta hospitalar e está em casa com a família. Apesar da boa recuperação inicial, os médicos informaram que a criança seguirá em acompanhamento neurológico por tempo indeterminado, como medida de precaução.

A cirurgia foi realizada com sucesso e a evolução clínica surpreendeu positivamente a equipe médica. Segundo os profissionais que acompanharam o caso, a resposta rápida ao atendimento e a capacidade de recuperação do cérebro infantil foram determinantes para o desfecho favorável. Ainda assim, especialistas alertam que lesões no cérebro podem deixar sequelas microscópicas, que nem sempre se manifestam de imediato.

Mesmo sem sinais aparentes de complicações neste momento, o acompanhamento será mantido para monitorar possíveis efeitos tardios, como crises convulsivas ou alterações neurológicas. Esse cuidado contínuo é considerado essencial para garantir o desenvolvimento saudável da criança.

O acidente aconteceu na última terça-feira (13), em Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas Gerais. A principal suspeita é de que a menina estivesse segurando o carregador no momento da queda. O objeto atingiu a região frontal da cabeça, próximo ao olho, atravessou o osso do crânio e alcançou o tecido cerebral.

De acordo com as informações médicas, a mãe teria se ausentado por poucos instantes para ir ao banheiro quando a criança caiu. A menina foi socorrida rapidamente e levada ao centro cirúrgico, onde passou por um procedimento de emergência para retirada do objeto, limpeza da área afetada e reconstrução da região lesionada.

A intervenção imediata foi fundamental para evitar complicações mais graves, como infecções ou hemorragias. Durante a internação, a criança recebeu medicação preventiva e permaneceu sob observação até apresentar condições seguras para retornar ao convívio familiar.

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