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Influenciadora revela que caiu em golpe do “chocolate grátis”; saiba como se proteger

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O esquema do golpe envolvia um site que se passava por uma marca conhecida de chocolates e prometia uma recompensa de até R$ 1 mil em produtos  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/Pixabay
José Nilton Jr.

por José Nilton Jr.

Publicado em 11/03/2026, às 15h45



A influenciadora Carolina Portaluppi, de 31 anos de idade, revelou nas redes sociais que foi vítima do chamado “golpe do chocolate”, uma fraude digital que utiliza páginas falsas para enganar usuários e coletar dados pessoais.

De acordo com ela, o esquema envolvia um site que se passava por uma marca conhecida de chocolates e prometia uma recompensa de até R$ 1 mil em produtos para quem compartilhasse um link com 20 amigos.

A estratégia tem como objetivo atrair vítimas e fazê-las interagir com páginas fraudulentas, ampliando o alcance do golpe nas redes sociais.

Como funciona o golpe

O caso relatado pela influenciadora segue um modelo comum de fraude conhecido como Phishing.

Nesse tipo de ataque, criminosos criam páginas falsas ou mensagens que imitam empresas e serviços legítimos para convencer usuários a clicar em links ou preencher formulários.

Ao acessar essas páginas, a vítima pode acabar fornecendo dados sensíveis ou instalando softwares maliciosos, conhecidos como malwares, que comprometem a segurança do dispositivo.

Ataques cada vez mais comuns

Dados divulgados pela empresa de cibersegurança Kaspersky mostram que esse tipo de golpe continua em crescimento. Entre janeiro e setembro de 2025, mais de 85% dos ataques de phishing tiveram como objetivo roubar credenciais de contas online, como logins e senhas.

Outros 9,5% das tentativas buscavam coletar informações pessoais, incluindo nomes, endereços e datas importantes.

Como evitar golpes online

Especialistas em segurança digital recomendam atenção redobrada diante de mensagens ou ofertas suspeitas.

Promessas de prêmios altos, promoções exageradas ou avisos alarmantes, como bloqueio de contas, são estratégias frequentemente usadas por golpistas para pressionar o usuário a agir rapidamente.

Também é importante verificar o remetente das mensagens e desconfiar de textos com erros de ortografia ou formatação incomum.

Medidas de proteção

Outra recomendação é evitar clicar em links desconhecidos ou baixar anexos suspeitos que possam levar a sites maliciosos.

Usuários também devem criar senhas fortes e diferentes para cada conta utilizada na internet.

Além disso, especialistas indicam a ativação da autenticação em dois fatores, preferencialmente por meio de aplicativos autenticadores, como uma camada extra de proteção contra invasões digitais.

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