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O Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro anunciou a ampliação da fiscalização em shoppings para garantir o cumprimento das normas de segurança contra incêndios, especialmente após um incêndio no Shopping Tijuca que resultou em duas mortes.
Embora a maioria dos shoppings tenha a documentação regular, as vistorias irão avaliar a funcionalidade dos sistemas de prevenção, como hidrantes e sinalização de emergência, essenciais para a segurança de grandes públicos.
Após o incêndio, o Shopping Tijuca reabriu parcialmente, mas áreas afetadas continuam interditadas até que os danos sejam reparados e as condições de segurança sejam restabelecidas, enquanto a Polícia Civil investiga as causas e responsabilidades do incidente.
O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro informou que irá ampliar a fiscalização em shoppings centers de todo o estado. A iniciativa tem caráter preventivo e busca reforçar o cumprimento das normas de segurança contra incêndio e pânico em locais de grande circulação de pessoas.
Segundo a corporação, embora a maioria dos estabelecimentos esteja com a documentação em dia, as vistorias irão verificar se os sistemas de prevenção e combate a incêndio permanecem em pleno funcionamento. Entre os itens avaliados estão hidrantes, chuveiros automáticos, sinalização de emergência, rotas de fuga e planos de evacuação.
Para funcionar regularmente, os shoppings precisam possuir o Certificado de Aprovação emitido pelo Corpo de Bombeiros. O documento atesta que o estabelecimento cumpre todas as exigências técnicas previstas após a análise do Laudo de Exigências.
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Incêndio no Shopping Tijuca deixou dois mortos
A ampliação da fiscalização ocorre duas semanas após um incêndio atingir o subsolo do Shopping Tijuca, na zona norte da capital fluminense. O fogo ocorreu na noite de 2 de janeiro e resultou na morte de dois funcionários que atuavam como brigadistas no local.
Após o incêndio, o shopping permaneceu fechado por cerca de duas semanas e reabriu parcialmente nesta sexta-feira (16). O subsolo e parte do térreo seguem interditados pela Defesa Civil, e 14 lojas continuam sem funcionamento.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, as áreas interditadas apresentaram danos relevantes aos sistemas de combate a incêndio, incluindo hidrantes e chuveiros automáticos, além de comprometimento estrutural. A liberação total do estabelecimento dependerá da completa recuperação dessas áreas e da eliminação das condições de risco identificadas.
As causas do incêndio e as responsabilidades pelo ocorrido são investigadas pela Polícia Civil, que apura o cumprimento dos protocolos de segurança e a atuação da administração do shopping antes e durante o incidente.
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