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Após o Carnaval, infectologista alerta para sinais de que virose pode se agravar

TV Tropical
Especialistas alertam sobre o aumento de virose respiratórias no Rio Grande do Norte após o Carnaval e suas consequências  |   BNews RN - Divulgação TV Tropical
Jussier Lucas

por Jussier Lucas

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Publicado em 26/02/2026, às 08h12



Após o Carnaval, o Rio Grande do Norte enfrenta um aumento de casos de viroses respiratórias, levando especialistas a alertar sobre a necessidade de atenção médica em sintomas que evoluem de leves para graves.

As aglomerações durante o Carnaval e o período chuvoso contribuíram para a disseminação dos vírus, com sintomas comuns como tosse, dor de garganta e febre, que requerem monitoramento cuidadoso.

A infectologista Marise Reis recomenda que grupos vulneráveis, como gestantes, idosos e crianças com asma, busquem atendimento médico imediato, enquanto a população em geral deve manter cuidados básicos para evitar a propagação das viroses.

Resumo gerado por IA

Uma semana após o Carnaval, o aumento de casos de viroses respiratórias acendeu o alerta entre especialistas no Rio Grande do Norte. A infectologista Marise Reis orienta a população sobre quando os sintomas deixam de ser considerados leves e passam a exigir avaliação médica.

Segundo a médica, as aglomerações típicas do período carnavalesco favorecem a disseminação de vírus respiratórios. O cenário é potencializado pelo período chuvoso, quando as pessoas permanecem mais tempo em ambientes fechados e com maior proximidade física.

Em entrevista à TV Tropical, Marise explicou que a maioria dos quadros é benigna, mas requer atenção aos sinais de evolução.

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Quando procurar atendimento

Os sintomas mais comuns das viroses respiratórias incluem tosse, dor de garganta, coriza e febre. De acordo com a infectologista, a tendência é que a febre desapareça até o terceiro dia e que o mal-estar diminua progressivamente.

Caso não haja melhora após esse período, a orientação é procurar atendimento médico para descartar complicações, como pneumonia ou comprometimento do trato respiratório inferior. A persistência da febre ou a piora do estado geral são sinais de alerta.

Para alguns grupos, no entanto, a recomendação é não aguardar a evolução do quadro. Gestantes e idosos devem buscar avaliação médica logo nos primeiros sintomas. Nesses casos, pode haver indicação de antiviral, especialmente diante da suspeita de influenza.

Crianças com histórico de asma também exigem atenção redobrada. Segundo a médica, a avaliação precoce pode evitar agravamentos, como crises de broncoespasmo.

Embora apenas uma parcela dos pacientes evolua para quadros graves, o aumento expressivo no número de casos pode pressionar os serviços de saúde e ampliar a demanda por internações. A orientação é manter cuidados básicos, como higiene das mãos e evitar contato próximo ao apresentar sintomas respiratórios.

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