Esportes
A partida entre ABC e Nacional-AM, na Casa de Apostas Arena das Dunas, será muito mais do que os 90 minutos de futebol. Com ingressos esgotados para o confronto deste domingo (16), que pode assegurar ao Alvinegro o tão esperado retorno à Série C do Campeonato Brasileiro, o jogo mobiliza uma complexa operação.
São 1.905 profissionais envolvidos em diferentes frentes para garantir que tudo funcione de forma organizada. A operação reúne profissionais de segurança pública e privada, bombeiros, orientação de público, atendimento de saúde, bares, logística e diversas outras áreas que atuam de forma integrada em diferentes etapas da realização da partida.
A estrutura começa a funcionar um dia antes do apito inicial e permanece ativa até 12 horas após a saída do último torcedor. O trabalho envolve desde a preparação dos acessos e dos espaços até o controle de fluxos, monitoramento, atendimento ao público e suporte durante a saída dos torcedores.
Toda a operação da partida será coordenada a partir do Centro de Controle Operacional (CCO), que funciona dentro da Casa de Apostas Arena das Dunas e reúne, em uma mesma sala de comando, profissionais das áreas de segurança pública, operações e monitoramento.
Com mais de 350 câmeras, a estrutura permite o acompanhamento em tempo real de diferentes pontos do estádio e de seu entorno, com monitoramento dos acessos, áreas internas, espaços de circulação e áreas externas da Arena.
Na área de saúde, o atendimento ao público contará com quatro médicos, quatro enfermeiros e quatro condutores de ambulância/socorristas, além de ambulâncias posicionadas estrategicamente para atender eventuais ocorrências durante a partida.
Para os torcedores, a partida dura 90 minutos, mas a grande mobilização para o jogo começa muito antes da bola rolar. Centenas de profissionais trabalham simultaneamente em diferentes áreas para garantir que todos os processos aconteçam de forma coordenada.
O tamanho da operação só reforça o Know-how da Arena para receber eventos de grande público e diferentes níveis de complexidade, reunindo em uma mesma estrutura equipes de diversas especialidades e integrando suas atividades a partir de um centro de comando operacional.
Alguns números da operação
280 policiais civis e militares;
60 bombeiros militares;
30 agentes da Semsur;
10 profissionais do Juizado do Torcedor;
300 profissionais de segurança privada;
113 orientadores;
4 médicos;
4 enfermeiros;
4 condutores de ambulância/socorristas;
700 atendentes e caixas de bares;
400 profissionais de apoio diversos.
Total: 1.905 profissionais.
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