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Última Superlua do ano; saiba quando e como observar o fenômeno

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A Superlua cheia vai dar seu último show celestial de 2025; saiba os detalhes para não perder o evento.  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/Freepik

Publicado em 03/12/2025, às 14h52   Bruna Souza



O calendário astronômico de 2025 se despede com um espetáculo celestial imperdível, a última superlua do ano. O fenômeno acontece na quinta-feira, 4 de dezembro, quando a Lua cheia atinge o ponto de maior proximidade com a Terra em sua órbita elíptica, o chamado Perigeu. 

A superlua surge levemente maior e cerca de 30% mais brilhante do que uma Lua cheia comum, proporcionando um encerramento grandioso para a sequência de eventos lunares de 2025, como explica o portal Olhar Digital.

Entendendo o fenômeno da superlua

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O fenômeno ocorre quando a Lua atinge a fase cheia enquanto está no perigeu ou muito próxima dele. Devido à órbita elíptica do satélite, a distância entre a Lua e a Terra varia constantemente, flutuando entre cerca de 356 mil km (perigeu) e mais de 400 mil km (apogeu). 

Essa diferença de distância é a responsável pela variação no tamanho e brilho aparentes, que chamam a atenção dos observadores. Embora o termo "Superlua" não seja estritamente científico, ele foi popularizado para descrever essa coincidência de maior proximidade e fase cheia.

Dicas para a melhor observação

A última Superlua de 2025 atinge seu pico exato por volta das 20h13 (horário de Brasília) na quinta-feira, 4 de dezembro, mas poderá ser apreciada em todo o seu esplendor por pelo menos três noites, incluindo a véspera e o dia seguinte. 

Para garantir a melhor experiência de observação, astrônomos recomendam:

  • Olhar para o Leste: a Lua é visível desde o anoitecer até o amanhecer do dia seguinte.
  • Aproveitar o nascer da Lua: o melhor momento para a observação e fotografia é quando a Lua nasce e está próxima à linha do horizonte. Neste ponto, o fenômeno da "ilusão lunar" faz com que ela pareça ainda maior e mais alaranjada ou dourada devido à refração da luz na atmosfera.
  • Buscar um local com baixa poluição luminosa: embora visível a olho nu, locais mais escuros e com boa visão do horizonte facilitam a percepção do brilho e tamanho aumentados.

Classificação Indicativa: Livre

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