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Publicado em 14/11/2025, às 08h57 Bruna Souza
A antiga regra de manter o aquecimento doméstico em 19 °C, estabelecida durante as crises do petróleo, está sendo superada por novas diretrizes de especialistas em climatização.
Essa diretriz anterior refletia a realidade de casas com isolamento ruim e equipamentos rudimentares, focando mais na economia financeira do que no conforto fisiológico real dos ocupantes.
Com as reformas recentes e as construções modernas, que utilizam isolamento de alta performance e sistemas de regulação mais precisos, os especialistas agora defendem uma abordagem mais refinada e adaptada ao ritmo de vida atual.
A nova referência padrão para ambientes de convívio, como salas de estar, é 20 °C, uma temperatura que já é adotada pela maioria dos usuários e melhora significativamente o conforto térmico durante atividades sedentárias, como o trabalho remoto.
Manter uma temperatura mais estável em 20 °C é fisiologicamente mais adequado, evitando que o corpo precise de estratégias de compensação, como usar mais roupas ou recorrer a aquecedores extras.
Além disso, essa estabilidade térmica ajuda a reduzir a condensação nas paredes, prevenindo mofo e contribuindo para um ar mais saudável, como explica o portal Itatiaia.
Os especialistas defendem o fim da uniformidade e recomendam a regulagem individualizada por cômodo, baseada na função do ambiente e na permanência das pessoas.
Essa abordagem personalizada maximiza tanto o conforto quanto a economia, sendo que cada grau a mais pode aumentar o consumo em cerca de 7%. Para os quartos, a recomendação é mantê-los mais frescos, entre 16 °C e 18 °C, o que facilita um sono ininterrupto.
Quanto as áreas de passagem devem ficar em torno de 17 °C. O banheiro é a única exceção, devendo ser aquecido a 22 °C para evitar o choque térmico ao sair do banho.
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