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O dia seguinte: 7 dicas infalíveis para curar a ressaca e recuperar o corpo após o Carnaval

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Descubra as melhores práticas para se recuperar rapidamente da ressaca e voltar à rotina após o Carnaval  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/Freepik

Publicado em 18/02/2026, às 08h50   Malu Machado



Após o Carnaval, muitos foliões enfrentam sintomas de ressaca, como dores de cabeça e fadiga, que podem impactar a retomada das atividades diárias por até 20 horas.

Bebidas alcoólicas comuns durante a festividade, como cerveja e caipirinhas, são responsáveis por desidratação e irritação gástrica, agravando o mal-estar.

Para mitigar os efeitos da ressaca, recomenda-se hidratação constante, alimentação leve e repouso, além de buscar atendimento médico em casos graves, como vômitos persistentes ou confusão mental.

Resumo gerado por IA

Com o encerramento oficial das festividades de Carnaval, uma quantidade considerável de foliões começa a enfrentar os sintomas clássicos da ressaca. 

Caracterizada por dores de cabeça, náuseas e uma fadiga acentuada, a condição costuma manifestar-se entre seis e oito horas após a interrupção do consumo de álcool, podendo persistir por um período de até 20 horas, impactando diretamente a retomada das atividades rotineiras.

O impacto do álcool no organismo

Bebidas amplamente consumidas durante os dias de folia, como a cerveja, a catuaba e as tradicionais caipirinhas, estão no topo da lista das queixas de mal-estar. Especialistas explicam que o álcool atua no corpo humano como uma substância tóxica e possui efeito diurético, o que acelera a perda de líquidos e favorece a desidratação.

Além disso, a substância pode causar irritação no revestimento gástrico, resultando em enjoos, e provocar a dilatação dos vasos sanguíneos, fator diretamente ligado às cefaleias (dores de cabeça). O quadro de debilidade física é agravado por uma reação inflamatória do sistema imunológico e pela queda dos níveis de açúcar no sangue (hipoglicemia).

Estratégias de recuperação

Para diminuir os efeitos negativos e acelerar o processo de desintoxicação do fígado, algumas medidas práticas são recomendadas:

  • Hidratação: beber água mineral de forma constante é essencial. O uso de água de coco e bebidas isotônicas é incentivado para a reposição rápida de sais minerais.
  • Alimentação reparadora: o foco deve ser em alimentos leves e de fácil digestão. Frutas como banana e abacate são ideais para repor o potássio, enquanto a melancia ajuda na hidratação. Carboidratos complexos, como a aveia, auxiliam na regulação da glicose.
  • Gestão da cafeína: Go café pode ser um aliado contra a dor de cabeça devido ao seu efeito vasoconstritor, mas deve ser ingerido com moderação para não piorar a desidratação.
  • Auxílio digestivo: chás de gengibre e hortelã são excelentes opções naturais para combater o enjoo e a sensação de estômago pesado.
  • Repouso e abstinência: o sono de qualidade facilita a metabolização do álcool. Além disso, é fundamental evitar o consumo de novas doses alcoólicas, o que apenas sobrecarregaria o sistema hepático.

As orientações são voltadas para quadros leves de ressaca. No entanto, o portal alerta que, em casos de vômitos incoercíveis, confusão mental persistente, desmaios ou dores abdominais agudas, a recomendação é buscar atendimento médico imediato em uma unidade de saúde.

Classificação Indicativa: Livre

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