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Gasolina comum, aditivada ou premium? Escolher errado pode custar caro ao motor

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Conheça as diferenças entre os tipos de gasolina e descubra qual opção traz mais desempenho, durabilidade e economia ao seu carro.  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/ Unsplash

Publicado em 28/10/2025, às 12h11   Nathalia Quiereguini



Na hora de abastecer, a maioria das pessoas decide pelo preço. Mas o que muita gente não percebe é que o tipo de gasolina que você escolhe pode interferir, no consumo, no desempenho e até na durabilidade do motor, segundo matéria do Click Petróleo e Gás.

A escolha errada pode parecer inofensiva, mas a longo prazo, quem paga a conta é o carro (e o seu bolso).

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As diferenças que o posto não explica

A gasolina comum é a versão mais simples. Cumpre a função básica de movimentar o veículo, mas não tem aditivos que ajudem na limpeza ou na prevenção de resíduos. Com o tempo, isso pode gerar acúmulo de sujeira e reduzir a eficiência do motor.

A gasolina aditivada, por outro lado, tem a mesma base, mas conta com aditivos detergentes e dispersantes. Eles ajudam a manter o sistema de injeção limpo e a melhorar a queima de combustível, resultando em um motor mais saudável e um desempenho mais estável.

Já a gasolina premium é voltada para motores mais exigentes, como os de carros esportivos ou de alta compressão. Ela tem octanagem mais alta e uma fórmula pensada para garantir potência e evitar falhas na combustão.

A escolha errada custa caro

Usar uma gasolina diferente da recomendada pode até parecer uma “economia esperta”, mas o efeito é o contrário.

Se o motor precisa de combustível com octanagem maior e você usa a comum, ele compensa forçando mais, queimando pior e gastando mais. O resultado é um consumo elevado e um desgaste precoce das peças.

Do mesmo jeito, abastecer com premium um carro que não precisa disso também é desperdício, o motor nem chega a aproveitar todos os benefícios e o preço mais alto não se traduz em ganho real.

Como escolher de forma consciente

Antes de abastecer, vale conferir o manual do veículo. Ele indica a octanagem mínima e o tipo ideal de combustível.

Para a maioria dos carros urbanos, a gasolina aditivada é a opção mais equilibrada: limpa, protege e ainda tem bom custo-benefício. Já os modelos mais potentes se beneficiam da premium.

No fim, escolher a gasolina certa não é luxo, é cuidado. E quem entende isso acaba economizando mais, dirigindo melhor e mantendo o carro em dia por muito mais tempo.

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