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Luzes misteriosas na Lua: descubra o que elas podem significar

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Estudiosos investigam as luzes misteriosas que aparecem na superfície lunar, conhecidas como Fenômenos Lunares Transitórios.  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/Pexels

Publicado em 24/10/2025, às 09h56   Marina Gonçalves



A Lua, conhecida por ser o único satélite natural da Terra e o quinto maior do nosso Sistema Solar, tem iluminado as noites com seu brilho intenso há bilhões de anos.

No entanto, o que muitas pessoas provavelmente não sabem é que, há séculos, um assunto a cerca deste fenômeno tem intrigado os estudiosos: o que seriam as 'luzes misteriosas' que parecem surgir em sua superfície?

De acordo com o portal O Globo, registros conhecidos como Fenômenos Lunares Transitórios (TLPs, na sigla em inglês), observados por astrônomos, parecem surgir na paisagem silenciosa da Lua. Já foram registradas mais de três mil ocorrências, desde flashes intensos até mudanças sutis de cor.

Mas, afinal, por que isso acontece?

As possíveis causas dessas ‘luzes misteriosas’ na Lua vão desde o impacto de pequenos meteoroides até a liberação de gases presos no interior lunar. No entanto, cada explicação gera novos questionamentos sobre o que de fato acontece sob a crosta do satélite.

Conforme o jornal indiano The Times of India, a hipótese mais provável para as luzes na Lua é a dos impactos de meteoroides, já que, sem uma atmosfera que funcione como escudo, o satélite sofre impactos frequentes de pequenas rochas espaciais.

Ao atingirem a superfície em alta velocidade, esses fragmentos liberam energia o suficiente para criar flashes de luz que podem ser vistos da Terra e, além de formarem novas crateras, ajudam os cientistas a entender como a Lua muda com o tempo.

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Outra possibilidade

Uma hipótese alternativa propõe que gases, como radônio e argônio, escapam de fissuras na crosta da Lua, refletindo a luz solar ou brilhando no vácuo, e que podem ocorrer várias vezes nos mesmos locais.

Estudos recentes sugerem que esses gases podem mostrar que a Lua não é tão ‘morta’ geologicamente quanto parecia. Segundo o The Times of India, essas observações, feitas por sondas orbitais e telescópios, podem revelar pistas sobre a atividade interna e até sobre a história vulcânica deste satélite.

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