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Carga de cerejas chilenas é destruída após fiscalização detectar praga; saiba mais

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A carga de 1.120 kg de cerejas foi destruída após inspeção no Aeroporto de Guarulhos devido a praga quarentenária. Confira detalhes!  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/Pexels

Publicado em 27/11/2025, às 13h10   Marina Gonçalves



A cereja chilena é bastante comum no Brasil. Bastante versátil, ela pode ser consumida pura, mas também utilizada em diversas receitas culinárias como bolos, tortas e muito mais.

No entanto, recentemente, uma carga dessas cerejas frescas foi apreendida durante inspeção do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro) em São Paulo.

De acordo com informações do portal Tudo Gostoso, a carga de cerejas importadas do Chile foi destruída no Aeroporto Internacional de Guarulhos, o maior e mais movimentado do país. 

O que causou a apreensão da carga?

No procedimento padrão de verificação das cargas que chegam ao país, técnicos do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) encontraram uma praga quarentenária, organismo que não faz parte do território brasileiro e que apresenta risco direto às plantações do país.

Desta forma, toda a remessa, que pesava 1.120 kg de cerejas frescas, foi encaminhada para destruição, respeitando as normas oficiais de fiscalização fitossanitária, como medida preventiva contra a propagação do organismo detectado.

Vale destacar também que a praga, cujo nome científico é Brevipalpus chilensis, ocorre apenas no Chile e na Argentina, e é conhecida por atacar frutas como uva, limão, kiwi, caqui e laranja.

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Mas, afinal, existe algum risco para quem come cerejas?

Ainda segundo o Tudo Gostoso, verificar de onde vêm as cerejas é o principal cuidado para quem costuma consumi-las. Mas o MAPA já afirmou que não há motivos para preocupação.

Antes de entrar no mercado nacional, os alimentos frescos importados são submetidos a uma rigorosa inspeção e devem obedecer a padrões internacionais de qualidade e segurança.

O MAPA reforçou ainda que nenhum lote contaminado oferece riscos à população, pois todos foram devidamente destruídos. Além disso, a fiscalização é feita em conjunto com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável por garantir a segurança dos alimentos consumidos no Brasil.

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