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Escândalo: Quem aceitaria mais de US$ 3 milhões para pôr fim a um casamento? Descubra a história que movimentou o setor imobiliário

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Entenda como um bilionário tentou comprar o amor e o divórcio de uma funcionária, revelando um escândalo no setor imobiliário  |   BNews RN - Divulgação Reprodução internet
Redação

por Redação

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Publicado em 03/02/2026, às 08h51



Um processo judicial nos Estados Unidos revela que o bilionário do setor imobiliário, Tamir Poleg, teria oferecido mais de US$ 3 milhões em ações e bens para que uma funcionária deixasse seu marido e se relacionasse com ele, levando à dissolução do casamento.

Michael Steckling, ex-marido da funcionária, alega que nunca considerou o divórcio antes das investidas de Poleg, que incluem uma casa de luxo e promessas de suporte financeiro, com o divórcio oficializado logo após as propostas.

Poleg nega as acusações de interferência, afirmando que a funcionária frequentemente reclamava do relacionamento, enquanto a ação judicial questiona o uso de poder econômico para influenciar a vida pessoal, com possíveis repercussões legais em andamento.

Resumo gerado por IA

Um processo judicial nos Estados Unidos expôs uma história que mistura poder econômico, relações pessoais e acusações de interferência direta em um casamento.

Um bilionário do setor imobiliário teria oferecido mais de US$ 3 milhões em ações, além de imóveis e viagens, para que uma funcionária terceirizada deixasse o marido e passasse a se relacionar com ele.

O caso veio à tona após a ação movida por Michael Steckling, ex-marido de Paige Steckling, que acusa o empresário de ter sido o responsável pela dissolução do seu casamento.

O caso veio à tona após a ação movida por Michael Steckling, ex-marido de Paige Steckling, que acusa o empresário de ter sido o responsável pela dissolução do seu casamento.
O caso veio à tona após a ação movida por Michael Steckling, ex-marido de Paige Steckling, que acusa o empresário de ter sido o responsável pela dissolução do seu casamento.

Quem é o empresário citado na ação

Tamir Poleg é CEO da Real Brokerage, imobiliária com sede no estado de Utah, nos Estados Unidos. Segundo os documentos judiciais, ele teria utilizado sua posição e poder financeiro para tentar convencer Paige a romper o relacionamento.

Tamir Poleg é CEO da Real Brokerage, imobiliária com sede no estado de Utah, nos Estados Unidos.
Tamir Poleg é CEO da Real Brokerage, imobiliária com sede no estado de Utah, nos Estados Unidos.

De acordo com a denúncia, além das ações avaliadas em mais de US$ 3 milhões, Poleg também teria oferecido uma casa luxuosa avaliada em US$ 1,5 milhão na cidade de Park City, destino conhecido por propriedades de alto padrão.

O que diz o ex-marido na ação

Michael Steckling afirma que o casal nunca cogitou o divórcio antes das investidas do empresário. Em entrevista ao Daily Mail, ele relatou que a situação mudou completamente após o início da aproximação.

Segundo a ação, em janeiro de 2025, Paige teria recebido a proposta formal que incluía o imóvel de luxo e a promessa de que o empresário “cuidaria de suas necessidades” caso ela encerrasse o casamento.

Pouco tempo depois, em fevereiro, o divórcio foi oficializado.

E-mails, hotel em Miami e a promessa milionária

O processo também descreve que, semanas após o divórcio, o empresário teria reservado um quarto de hotel em Miami para ele e Paige. Não há confirmação, segundo a denúncia, se ela aceitou a proposta.

Ainda de acordo com os autos, Tamir enviou um e-mail com instruções detalhadas sobre como a funcionária poderia acessar a primeira parcela dos US$ 3 milhões prometidos em ações da empresa.

A defesa do empresário

Ao Daily Mail, Tamir Poleg negou qualquer tentativa de interferência no casamento.

“Nenhuma proposta, nenhum romance, nenhuma interferência”

O empresário também declarou que Paige frequentemente reclamava do relacionamento e que, segundo ele, o casal não demonstrava “nenhum amor ou afeto genuíno”.

O empresário também declarou que Paige frequentemente reclamava do relacionamento e que, segundo ele, o casal não demonstrava “nenhum amor ou afeto genuíno”.
O empresário também declarou que Paige frequentemente reclamava do relacionamento e que, segundo ele, o casal não demonstrava “nenhum amor ou afeto genuíno”.

O que está em discussão na Justiça

O cerne da ação judicial movida por Michael Steckling é a acusação de que houve uso de poder econômico e influência hierárquica para interferir deliberadamente em um casamento, o que pode ter repercussões legais dependendo da interpretação da Justiça americana sobre coação, assédio ou conduta imprópria em ambiente profissional.

O caso segue em tramitação e tem gerado repercussão nos Estados Unidos pelo envolvimento de um alto executivo do setor imobiliário e pelos valores envolvidos na suposta proposta.

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