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Estudantes ocupam Casa da Estudante em Natal e cobram reabertura do espaço

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Estudantes ocupam Casa da Estudante em Natal e cobram reabertura do espaço.  |   BNews RN - Divulgação Imagem: Reprodução
Mayane Bezerra

por Mayane Bezerra

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Publicado em 11/07/2026, às 14h47



Estudantes e trabalhadores ocuparam a Casa da Estudante Nísia Floresta em Natal para exigir a reabertura do espaço, que está fechado há anos apesar de ter passado por uma reforma de R$ 400 mil.

O prédio tem capacidade para 72 jovens e seu fechamento prejudica a permanência de estudantes do interior do estado na educação, especialmente em um contexto de dificuldades financeiras.

Os manifestantes permanecerão no local até que o Governo do Estado e a UFRN respondam às suas reivindicações, que incluem a reabertura imediata da unidade para moradia estudantil.

Resumo gerado por IA

Estudantes, trabalhadores e integrantes de movimentos sociais ocuparam, neste sábado (11), o prédio da Casa da Estudante Nísia Floresta, na Cidade Alta, em Natal. O grupo afirma que a mobilização tem como objetivo denunciar o abandono do imóvel e cobrar a reabertura da unidade para moradia estudantil.

Segundo os manifestantes, o prédio, localizado na Rua Largo Junqueira Aires, passou por uma reforma que custou mais de R$ 400 mil, mas permanece sem funcionamento há anos, apesar de estar apto para receber estudantes.

A ocupação reúne integrantes do Movimento Correnteza, Movimento Rebele-se, Movimento de Mulheres Olga Benário e Movimento Corrente Revolucionária, ligado à Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN).

De acordo com o grupo, a Casa da Estudante tem capacidade para abrigar até 72 jovens, entre estudantes do ensino médio e do ensino superior vindas do interior do estado. Os manifestantes alegam que o fechamento da unidade compromete a permanência dessas alunas na educação, especialmente por causa das dificuldades financeiras enfrentadas por muitas delas.

Durante o protesto, os participantes também criticaram o que classificam como abandono da política de assistência estudantil feminina e afirmaram que a falta de moradia adequada aumenta a vulnerabilidade das estudantes.

Os ocupantes informaram que permanecerão no local até que o Governo do Estado e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte recebam a pauta de reivindicações do movimento. Entre os principais pedidos está a reabertura imediata da Casa da Estudante Nísia Floresta para atender alunas que necessitam de moradia.

Até a publicação desta reportagem, o Governo do Estado e a UFRN não haviam se pronunciado sobre a ocupação e as reivindicações apresentadas pelo movimento.

Veja o vídeo: 

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