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A Copa do Mundo de 2026 deve gerar cerca de R$ 1,1 bilhão na economia do Rio Grande do Norte, com 1,8 milhão de potiguares realizando compras relacionadas ao evento, impactando principalmente o comércio e serviços locais.
Em Natal, a movimentação econômica pode ultrapassar R$ 300 milhões, com destaque para a venda de produtos como camisas da Seleção Brasileira e itens para churrasco, além de um aumento significativo no consumo em bares e restaurantes.
Apesar do otimismo, 61% dos torcedores que planejam gastar durante a Copa têm dívidas em atraso, e 41% pretendem apostar online, o que levanta preocupações sobre o endividamento familiar, mesmo assim, o comércio espera um forte impulso econômico durante o evento.
A Copa do Mundo de 2026 deve movimentar cerca de R$ 1,1 bilhão na economia do Rio Grande do Norte, segundo estimativa da Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal. A projeção é de que aproximadamente 1,8 milhão de potiguares realizem compras relacionadas ao evento.
Em Natal, a movimentação econômica pode ultrapassar R$ 300 milhões. O impacto deve ser sentido principalmente no comércio e no setor de serviços, com aumento na procura por camisas da Seleção Brasileira, decoração verde e amarela, alimentos, bebidas, itens para churrasco, eletrônicos, delivery, bares e restaurantes.
A Copa começa no dia 11 de junho e deve impulsionar o consumo em todo o país. O levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas e do SPC Brasil aponta que 99,2 milhões de brasileiros devem comprar produtos ou contratar serviços relacionados ao Mundial.
Segundo a pesquisa, 60% dos consumidores pretendem adquirir algum item ligado à competição. O gasto médio estimado é de R$ 619, valor que sobe para R$ 784 entre consumidores das classes A e B.
Apesar do crescimento das vendas digitais, o varejo físico deve seguir como principal destino para compras de consumo imediato. Supermercados, lojas de bairro e estabelecimentos voltados à alimentação devem concentrar boa parte da movimentação.
Entre os itens mais procurados estão bebidas não alcoólicas, petiscos, carnes para churrasco, cervejas e camisas temáticas. O hábito de assistir aos jogos em grupo também deve aquecer o delivery de comida e bebida, além de bares e restaurantes.
De acordo com o levantamento, 67% dos torcedores devem fazer compras pela internet. Entre eles, 51% pretendem usar aplicativos de entrega, enquanto 42% devem recorrer a lojas online.
O aumento do consumo durante a Copa também traz um alerta. A pesquisa aponta que 61% dos torcedores que pretendem gastar no período possuem dívidas em atraso. Entre eles, 70% estão negativados.
Outro ponto de atenção é o avanço das apostas online. O levantamento mostra que 41% dos consumidores pretendem apostar durante o Mundial. Entre os apostadores, 74% dizem ver nas plataformas uma chance de quitar dívidas, o que aumenta o risco de agravamento do endividamento familiar.
Mesmo com o alerta, a expectativa do comércio é positiva. A Copa deve funcionar como um evento de forte apelo emocional e coletivo, movimentando diferentes segmentos da economia potiguar durante o período dos jogos.
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