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Caos na saúde de Parnamirim: cirurgias são suspensas e pacientes ficam dias imobilizados em hospital da cidade

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Cirurgias são suspensas em Parnamirim, pacientes aguardam há semanas, aumentando risco de complicações e sofrimento de todos os familiares  |   BNews RN - Divulgação Reprodução/Internet
Dani Oliveira

por Dani Oliveira

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Publicado em 22/12/2025, às 10h16



A saúde pública em Parnamirim enfrenta uma crise após a divulgação de um vídeo que revela a precariedade do Hospital Municipal Deoclécio Marques, com pacientes em estado crítico e cirurgias suspensas devido à falta de insumos e pagamento a fornecedores.

Pacientes estão aguardando cirurgias há mais de 20 dias, e a escassez de maqueiros agrava a situação, dificultando até mesmo a realização de necessidades básicas, o que gera um clima de abandono e insegurança entre os usuários do hospital.

Até o momento, a Prefeitura de Parnamirim e a direção do hospital não se manifestaram sobre as denúncias, aumentando a pressão por respostas e ações que garantam um atendimento adequado à população.

Resumo gerado por IA

A situação da saúde pública em Parnamirim, a terceira maior cidade do Rio Grande do Norte, voltou a gerar indignação após a divulgação de um vídeo-denúncia que expõe a precariedade no Hospital Municipal Deoclécio Marques.

As imagens mostram salas lotadas, pacientes imobilizados em macas e cirurgias suspensas por falta de materiais cirúrgicos e atraso no pagamento a fornecedores.

O registro, feito por um familiar de paciente internado, rapidamente se espalhou pelas redes sociais e reacendeu críticas sobre a gestão da saúde no município.

A situação da saúde pública em Parnamirim, a terceira maior cidade do Rio Grande do Norte, voltou a gerar indignação após a divulgação de um vídeo-denúncia que expõe a precariedade no Hospital Municipal Deoclécio Marques. Imagem: Reprodução internet.
A situação da saúde pública em Parnamirim, a terceira maior cidade do Rio Grande do Norte, voltou a gerar indignação após a divulgação de um vídeo-denúncia que expõe a precariedade no Hospital Municipal Deoclécio Marques. Imagem: Reprodução internet.

Pacientes aguardam cirurgias há semanas

De acordo com o relato registrado no vídeo, diversos pacientes aguardam procedimentos cirúrgicos há 15, 20 dias ou mais, muitos deles sem qualquer previsão de atendimento.

As cirurgias teriam sido canceladas sucessivamente devido à ausência de insumos básicos e à interrupção no fornecimento de materiais cirúrgicos, motivada por falta de pagamento.

A maioria dos pacientes filmados aparece em estado de imobilidade, o que agrava ainda mais o quadro clínico e aumenta o risco de complicações.

Falta de maqueiros e dificuldades para higiene básica

Outro ponto grave apontado na denúncia é a escassez de profissionais para apoio hospitalar, especialmente maqueiros.

Segundo o familiar, pacientes que não conseguem se locomover enfrentam dificuldades até para realizar necessidades básicas, como ir ao banheiro ou tomar banho.

A situação, segundo o denunciante, não é pontual e já teria ocorrido outras vezes, sem solução definitiva por parte da administração.

Vídeo expõe cenário de abandono e revolta

As imagens mostram um ambiente com todas as camas ocupadas, com pacientes espalhados por áreas improvisadas, reforçando a percepção de abandono vivida por quem depende do hospital municipal.

A gravação evidencia não apenas o sofrimento físico, mas também o desgaste emocional de pacientes e familiares, que relatam sensação de descaso e insegurança.

Hospital é referência municipal

O Hospital Municipal Deoclécio Marques é uma das principais unidades de saúde de Parnamirim e atende uma grande demanda da população, incluindo casos de média complexidade.

Diante disso, a suspensão de cirurgias e a falta de estrutura levantam questionamentos sobre planejamento, financiamento e gestão da saúde pública municipal.

Falta de posicionamento oficial

Até o momento da publicação, não houve posicionamento oficial do Governo do Estado do RN, responsável pela gestão da unidade, e tampouco da Prefeitura de Parnamirim ou da direção do hospital cobrando oficialmente uma atitude efetiva da Governadora Fátima Bezerra sobre as denúncias, nem esclarecimentos sobre a regularização dos pagamentos ou a retomada das cirurgias.

O caso segue repercutindo e aumenta a pressão por respostas imediatas e providências para garantir atendimento digno à população.

Classificação Indicativa: Livre

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