Cidades
Publicado em 04/02/2026, às 09h59 Malu Machado
Na manhã de quarta-feira, o Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte apoiou uma missão aeromédica para transferir uma criança de 8 anos, que necessita de um transplante de fígado, devido à falta de recursos na unidade de origem.
A paciente foi transferida do Hospital Varela Santiago, em Natal, para a Santa Casa de Porto Alegre, referência em transplantes hepáticos pediátricos, destacando a urgência e a complexidade do procedimento.
O CBMRN disponibilizou uma Unidade de Suporte Avançado e uma viatura para garantir a segurança da operação, evidenciando a colaboração entre os estados e a importância da doação de órgãos para salvar vidas.
Na manhã desta quarta-feira (4), o Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte (CBMRN) prestou apoio logístico a uma missão aeromédica de alta complexidade. A operação foi iniciada após uma solicitação do Batalhão de Operações Aéreas do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG) ao Comando Operacional local.
A missão teve como finalidade realizar a transferência inter-hospitalar de uma paciente de apenas 8 anos para a realização de um transplante de fígado. A remoção ocorreu devido à indisponibilidade de recursos adequados na unidade de origem para o manejo cirúrgico especializado.
A criança foi transferida do Hospital Varela Santiago, em Natal/RN, com destino à Santa Casa de Porto Alegre/RS, que é referência nacional em transplantes hepáticos pediátricos.
Para garantir a segurança e a agilidade da operação, o CBMRN disponibilizou uma Unidade de Suporte Avançado (USA) e uma viatura operacional. O suporte assegurou o transporte terrestre da equipe médica e dos tripulantes da aeronave envolvidos na missão entre a unidade hospitalar e o aeroporto.
A integração entre as corporações de Minas Gerais e do Rio Grande do Norte foi decisiva para o sucesso da missão. A operação de alta complexidade evidenciou a capacidade de pronta resposta e o rigor técnico das instituições, que uniram esforços em uma logística interestadual coordenada para garantir a preservação da vida.
Casos como o da paciente transferida nesta quarta-feira reforçam a importância vital da doação de órgãos, um gesto que pode salvar múltiplas vidas. No Brasil, o transplante muitas vezes é a única esperança para pacientes com insuficiência de órgãos vitais. Para ser um doador, não é necessário deixar nada por escrito ou em documentos; o passo mais importante é avisar à família.
Pela legislação brasileira, a autorização para a doação deve ser dada pelos parentes mais próximos. Portanto, o diálogo em casa é fundamental para que o desejo de ser doador seja respeitado e ajude a reduzir as filas de espera que, em casos pediátricos, exigem uma urgência ainda maior.
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