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Atriz Cássia Kis é acusada de transfobia após discussão em shopping

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Atriz Cássia Kis é acusada de transfobia após discussão em shopping  |   BNews RN - Divulgação Foto: Reprodução
Mayane Bezerra

por Mayane Bezerra

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Publicado em 26/04/2026, às 12h45



Cássia Kis foi acusada de transfobia após um desentendimento com uma mulher trans em um shopping no Rio de Janeiro, gerando grande repercussão nas redes sociais.

O incidente, registrado em vídeo, mostra a mulher trans, identificada como Roberta, afirmando que estava sendo discriminada ao usar o banheiro feminino, enquanto Kis defendia seu direito de uso do espaço.

Desde 2019, a transfobia é considerada crime no Brasil, com penas que variam de um a três anos de prisão, mas até o momento não houve desdobramentos judiciais sobre o caso da atriz.

Resumo gerado por IA

A atriz Cássia Kis foi acusada de transfobia neste sábado (25) após um desentendimento com uma mulher trans dentro de um shopping no Rio de Janeiro. O episódio aconteceu no Barra Shopping e foi registrado em vídeo pela própria denunciante, que se identificou como Roberta. As imagens circularam nas redes sociais e rapidamente ganharam repercussão.

No vídeo, Roberta afirma que estava sendo alvo de discriminação ao utilizar o banheiro feminino do estabelecimento. Durante a gravação, ela diz possuir documentação feminina e questiona a abordagem da atriz. As imagens mostram o momento da discussão entre as duas. Em meio ao bate-boca, Cássia Kis afirma que usa o banheiro feminino, enquanto Roberta responde que também frequenta o espaço por ser uma mulher trans.

A divulgação do vídeo intensificou o debate nas redes sociais sobre o episódio. Até o momento, não há registro de posicionamento público da atriz sobre o caso.

Veja o momento: 

Crime

Desde 2019, a transfobia é considerada crime no Brasil, após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que equiparou práticas de discriminação por orientação sexual e identidade de gênero à Lei de Racismo. A Corte definiu como crime condutas que envolvam aversão ou hostilidade contra essas populações. A pena pode variar de um a três anos de prisão, além de multa, podendo chegar a até cinco anos em casos de ampla divulgação.

A decisão também estabelece que a criminalização não impede manifestações religiosas, desde que não configurem discurso de ódio ou incitação à discriminação, hostilidade ou violência contra pessoas LGBTQIA+. O caso envolvendo a atriz ainda não teve desdobramentos oficiais na esfera judicial.

Classificação Indicativa: Livre

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