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Alarmante: Gravidez na adolescência registra números chocantes no RN; confira dados atualizados

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Aumento da gravidez precoce no RN destaca a necessidade de políticas públicas para saúde e assistência social, segundo especialistas  |   BNews RN - Divulgação Reprodução internet
Redação

por Redação

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Publicado em 24/02/2026, às 11h04



Entre janeiro e agosto de 2025, 2.695 bebês nasceram de mães com até 19 anos no Rio Grande do Norte, evidenciando o aumento da gravidez precoce e seus impactos na saúde pública e social.

Dados do Ministério da Saúde indicam que a taxa de mortalidade infantil entre filhos de mães adolescentes é de 15,3 por mil nascidos vivos, superando a média nacional de 13,4, refletindo os riscos associados a gestações nessa faixa etária.

Para enfrentar essa questão, autoridades de saúde recomendam a ampliação do acesso à educação sexual e métodos contraceptivos, além de acompanhamento por equipes de saúde da família, visando reduzir a incidência de gravidezes precoces.

Resumo gerado por IA

Dados recentes do Ministério da Saúde mostram que 2.695 bebês nasceram de mães com até 19 anos no Rio Grande do Norte entre janeiro e agosto de 2025.

As informações são do Sistema de Informações sobre Nascidos Vivos (Sinasc), base oficial utilizada pelo governo federal para monitorar a saúde materno-infantil.

Os números reforçam o alerta das autoridades sanitárias sobre o avanço da gravidez precoce e seus impactos sociais e de saúde.

Distribuição por faixa etária

Entre os nascimentos registrados no período, houve casos inclusive entre meninas muito jovens.

• mães até 14 anos: 140 bebês
• mães de 15 a 19 anos: 2.555 bebês
• total de janeiro a agosto de 2025: 2.695 nascimentos

Especialistas apontam que a gravidez nessa fase da vida representa um dos principais desafios para políticas públicas de saúde e assistência social.

Riscos para mães e bebês

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a gestação na adolescência aumenta o risco de complicações tanto para a mãe quanto para o recém-nascido.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a gestação na adolescência aumenta o risco de complicações tanto para a mãe quanto para o recém-nascido.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a gestação na adolescência aumenta o risco de complicações tanto para a mãe quanto para o recém-nascido.

Entre os principais problemas estão:

• maior chance de mortalidade materna
• parto prematuro ou complicações obstétricas
• problemas congênitos no bebê
• traumatismos no parto
• baixo peso ao nascer

Estudos do Ministério da Saúde apontam que a taxa de mortalidade infantil entre filhos de mães com até 19 anos chega a 15,3 óbitos por mil nascidos vivos, acima da média nacional de 13,4.

Impactos sociais da gravidez precoce

Além das questões médicas, a gestação na adolescência pode trazer consequências sociais importantes.

• abandono ou atraso escolar
• dificuldade de inserção no mercado de trabalho
• dependência financeira da família
• vulnerabilidade social
• ausência de reconhecimento da paternidade

Especialistas destacam que a gravidez precoce costuma ocorrer em contextos de desigualdade social e falta de acesso à informação.

Situação no Brasil

No país, foram registrados 380.778 nascimentos de mães adolescentes em 2020, o equivalente a cerca de 14% do total de nascidos vivos, segundo dados do Ministério da Saúde.

No país, foram registrados 380.778 nascimentos de mães adolescentes em 2020, o equivalente a cerca de 14% do total de nascidos vivos, segundo dados do Ministério da Saúde.
No país, foram registrados 380.778 nascimentos de mães adolescentes em 2020, o equivalente a cerca de 14% do total de nascidos vivos, segundo dados do Ministério da Saúde.

O cenário reforça a necessidade de políticas públicas permanentes para prevenção e orientação de jovens.

Como prevenir a gravidez precoce

Autoridades de saúde defendem ampliar o acesso à educação sexual e ao planejamento familiar, principalmente nas escolas e unidades básicas de saúde.

No Sistema Único de Saúde estão disponíveis diversos métodos contraceptivos gratuitos.

• preservativo masculino e feminino
• pílula anticoncepcional
• DIU
• anticoncepcionais injetáveis
• diafragma

O acompanhamento por equipes de saúde da família também é apontado como essencial para orientar adolescentes e famílias.

Onde buscar orientação no RN

• unidades básicas de saúde do município
• equipes da Estratégia Saúde da Família
• centros de referência da mulher
• serviços de assistência social e CRAS

Classificação Indicativa: Livre

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