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Zé Galado

Zé Galado alerta para “O golpe do Tadala”

Comerciante da capital se envolve em polêmicas entre amigos após aplicar golpes do tadala e ainda tem bastidores da política fervendo  |  

Publicado em 20/03/2026, às 06h00      Zé Galado

Um influente comerciante da capital potiguar tem se enrolado em diversas turmas que frequenta. O playboy enriqueceu às custas de uma herdeira famosa da terrinha e passou a aplicar uns “golpinhos” na galera.

Começou com a venda de cortesias de festinhas descoladas. Em seguida, pedia emprestado o cartão dos amigos da “mina”, comprava roupas de grife e nunca pagava a moçada.

Dessa vez, passou a oferecer aos desavisados a famigerada “tadala”, por valores abaixo do mercado. O problema é que ele não contava que todo mundo se fala e se conhece — e logo veio a insatisfação com o desempenho prometido pela “cápsula do amor”.

Tem gente mandando mensagem desaforada para o garotão, que sumiu no meio do jogo da terça-feira, em um camarote de certo cacique. Sebo nas canelas.

SUMIU GERAL

O evento do PP/União Brasil até tentou mostrar força, mas o que mais chamou atenção foi o vazio de lideranças importantes. Teve mais ausência de peso do que presença. Nos bastidores, a leitura foi clara: quando o projeto não empolga, a desculpa aparece.

CLIMA DE FAMÍLIA… OU NEM TANTO

O MDB do RN virou aquele almoço de família com sorriso forçado e recado atravessado. Henrique Alves voltou com tudo — e sem filtro. Falou em “falta de coragem” , expôs desconforto e mágoa. Recebeu o silêncio como resposta. Quem manda no MDB potiguar preferiu ignorar o antigo novo filiado.

APOIO COM PRAZO DE VALIDADE

Prefeito que declara apoio hoje e mantém diálogo com o outro lado amanhã. A velha política do “tô junto, mas nem tanto”. Em ano pré-eleitoral, fidelidade virou moeda rara — e negociável.

A CONTA CHEGA

Enquanto aliados tentam minimizar, a investigação que envolve Mossoró segue. Em Brasília e no RN, o clima é de cautela. Porque, no fim das contas, ninguém quer estar por perto quando a bomba estourar.

PEÇA FORA DO TABULEIRO

Tem liderança percebendo que pode sobrar na montagem das chapas de 2026. E já começou a se mexer. Em política, quem espera ser chamado corre o risco de nem ser lembrado.

CURTIDA NÃO É VOTO

Tem gente apostando alto nas redes sociaispara sustentar popularidade e candidatura. O problema é que, fora da tela, a realidade é outra. E quando a conta não fecha, nem algoritmo resolve.

TOM DE AMEAÇA

A fala sobre “emparedar” o Congresso não caiu bem. Parlamentares já tratam o episódio como sinal de confronto direto. E quando o clima azeda em Brasília, sobra para todo mundo.

FALANDO EM BRASÍLIA

Delação de Vorcaro é o assunto mais comentado na capital federal. Para o resto do país é o acontecimento mais esperado dos últimos tempos. A verdadeira Democracia precisa ser transparente e com a República passada a limpo. E nada de distração com "peleleca", no escândalo no Master o buraco é mais embaixo.

Classificação Indicativa: Livre


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