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Política

MPT e Polícia Civil apuram denúncia de restrição ao voto em empresa na Grande Natal

Órgãos competentes buscam esclarecer a situação e verificar possíveis irregularidades trabalhistas e restrição para exercício eleitoral  |  Internet

Publicado em 25/10/2026, às 17h39   Internet   Redação

Uma denúncia de que trabalhadores estariam sendo impedidos de deixar o expediente para votar no segundo turno das eleições de 2026 levou representantes do Ministério Público do Trabalho (MPT) e da Polícia Civil a uma unidade de uma empresa privada em Emaús, neste domingo (25).

Segundo relatos, o problema teria começado após uma possível falha no sistema da empresa, que teria zerado o saldo de horas extras dos funcionários. De acordo com as informações iniciais, essas horas seriam utilizadas pelos trabalhadores para viabilizar a saída durante o expediente e comparecer às urnas.

Denúncia envolve horas extras e possíveis descontos

Os relatos também apontam que a empresa não teria divulgado um comunicado oficial para esclarecer o suposto problema no sistema. Além disso, funcionários que teriam deixado o local de trabalho mais cedo para votar poderiam sofrer descontos salariais.

As circunstâncias levantaram suspeitas de possíveis obstáculos ao exercício do direito ao voto. No entanto, até o momento, não havia confirmação oficial sobre a ocorrência das irregularidades denunciadas.

Órgãos apuram o caso

A presença do MPT e da Polícia Civil na unidade teve como contexto a denúncia apresentada. Até o momento das informações disponíveis, não haviam sido divulgados detalhes sobre as providências adotadas pelos órgãos ou sobre eventual responsabilização da empresa.

O caso ainda depende de esclarecimentos oficiais para determinar o que ocorreu e se houve alguma irregularidade trabalhista ou eleitoral.

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TagsEleições 2026Direito ao votoIrregularidades trabalhistas