Lula reage a ataque dos EUA contra a Venezuela: "é inaceitável"
Luiz Inácio Lula da Silva classifica bombardeios e captura de Maduro como inaceitável e uma afronta à soberania da Venezuela e ao direito internacional. | Imagem: Carl de Souza/AFP
Publicado em 03/01/2026, às 12h55Imagem: Carl de Souza/AFP Mayane Lins
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva condenou os ataques dos Estados Unidos à Venezuela e a suposta captura do presidente Nicolás Maduro, considerando-os inaceitáveis e uma grave afronta à soberania do país.
Lula enfatizou que tais ações violam o direito internacional e reiterou a posição histórica do Brasil contra o uso da força, alertando para os perigos de interferências na política da América Latina.
O presidente pediu uma resposta vigorosa da ONU e reafirmou a disposição do Brasil para promover diálogo e cooperação como soluções para o conflito.
Resumo gerado por IA
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, se pronunciou sobre o ataque dos Estados Unidos contra a Venezuela e a suposta captura do presidente Nicolás Maduro. Em sua manifestação, Lula classificou os bombardeios e a detenção do chefe de Estado venezuelano como inaceitáveis.
“Os bombardeios em território venezuelano e a captura do seu presidente ultrapassam uma linha inaceitável. Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e estabelecem um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional”, afirmou o presidente.
Lula também destacou que ataques a outros países configuram violação do direito internacional e reforçou a posição histórica do Brasil contrária ao uso da força.
“A condenação ao uso da força é consistente com a posição que o Brasil sempre adotou em situações recentes em outras regiões do mundo. Essa ação remete aos piores momentos da interferência na política da América Latina e do Caribe e ameaça a preservação da região como uma zona de paz”, declarou.
O presidente brasileiro pediu ainda que a comunidade internacional, por meio da Organização das Nações Unidas (ONU), responda “de forma vigorosa” ao episódio.
“O Brasil condena essas ações e segue à disposição para promover o diálogo e a cooperação como caminhos para a solução do conflito”, concluiu Lula em publicação na rede social X.
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