Política
Publicado em 13/04/2026, às 11h07 Reprodução internet Redação
Após a repercussão sobre um contrato milionário divulgado como sendo para aquisição de eletrodomésticos, o Governo do Rio Grande do Norte se pronunciou e afirmou que a informação não procede.
Segundo a gestão estadual, houve um erro na publicação oficial que já está em processo de correção.
De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), o conteúdo divulgado anteriormente foi resultado de uma falha no registro publicado no Diário Oficial do Estado.
A pasta informou que o equívoco foi identificado internamente e que providências já foram adotadas para corrigir a informação, garantindo maior precisão nos dados disponibilizados à população.
Contrato trata de serviços médicos, diz Sesap
Ainda segundo a secretaria, o contrato em questão não envolve a compra de eletrodomésticos.
O objeto correto refere-se à contratação de serviços de mão de obra médica voltados ao funcionamento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
A Sesap reforçou que o processo foi realizado dentro das normas legais, por meio de licitação regular.
Nota oficial detalha correção
Em nota, a secretaria esclareceu o ocorrido e reafirmou o compromisso com a transparência:
“A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) esclarece que não há processo de aquisição de eletrodomésticos no contrato junto à empresa Prosseg.
O engano decorre de um erro no conteúdo publicado no Diário Oficial do Estado, o qual já foi identificado pela equipe responsável. A publicação está sendo devidamente corrigida para garantir a precisão das informações prestadas à população.
Trata-se, na verdade, de uma licitação devidamente realizada para a contratação de serviços de mão de obra médica destinados ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).
A Sesap reforça seu compromisso com a transparência e a divulgação responsável de informações, e segue à disposição para quaisquer esclarecimentos.”
Caso gerou repercussão após publicação inicial
O tema ganhou destaque após a divulgação de um contrato no valor de R$ 16,9 milhões, inicialmente descrito como sendo para compra de eletrodomésticos sem licitação.
A nova versão apresentada pelo governo altera completamente o objeto do contrato e o enquadramento legal da contratação.