Polícia
Publicado em 22/07/2026, às 10h11 Divulgação/PF Lavínia Manso
Um servidor público é investigado pela Polícia Federal (PF) e pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) por suspeita de consultar e repassar informações sigilosas a terceiros em Natal. A apuração levou à deflagração da Operação Acesso Indevido nesta quarta-feira (22), com o cumprimento de um mandado de busca e apreensão na capital potiguar, autorizado pela Justiça.
Segundo as investigações, o servidor teria utilizado de forma irregular sistemas restritos da administração pública para acessar dados de interesse de outras pessoas. Após as consultas, as informações obtidas teriam sido compartilhadas de maneira indevida.
A ação realizada nesta quarta-feira teve como objetivo recolher documentos, equipamentos e outros elementos que possam ajudar os investigadores a esclarecer como os dados foram acessados e repassados.
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A Operação Acesso Indevido foi realizada por meio de uma atuação conjunta entre a PF e a PRF. O trabalho busca identificar todas as circunstâncias relacionadas ao suposto acesso irregular às bases de dados e verificar se outras pessoas participaram do esquema.
O mandado de busca e apreensão cumprido em Natal foi autorizado pela Justiça no âmbito da investigação. A medida pretende reunir novas provas para confirmar ou descartar as suspeitas levantadas durante a apuração.
As investigações continuam e devem analisar a origem das consultas, o conteúdo das informações acessadas e o eventual destino dos dados que teriam sido repassados a terceiros.
Caso as suspeitas sejam confirmadas, o servidor poderá responder por crimes como corrupção, violação de sigilo funcional e falsidade ideológica, além de outros delitos que possam ser identificados no decorrer da investigação.
A PF não informou a identidade do investigado nem detalhou quais dados teriam sido acessados ou quem teria recebido as informações.
A apuração segue em andamento para esclarecer a extensão dos fatos e identificar eventuais outros envolvidos.