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Polícia

Seridoense apontado como ex-nº 2 do PCC aparece em lista de jurados de morte pela facção

Levantamento revela que cinco ex-integrantes do PCC, incluindo Valdeci, estão em conflito com o comando central da facção  |  Reprodução: Redes Sociais

Publicado em 18/02/2026, às 20h36   Reprodução: Redes Sociais   Jussier Lucas

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Um novo mapeamento do Primeiro Comando da Capital (PCC) aponta que o seridoense Valdeci Alves dos Santos, conhecido como Colorido, natural de Jardim de Piranhas (RN), está entre ex-integrantes da cúpula que teriam sido jurados de morte pela própria organização.

O levantamento foi produzido pelo Departamento de Inteligência da Polícia Civil de São Paulo (Dipol) e divulgado inicialmente pelo repórter Fábio Diamante, do SBT. As informações também foram confirmadas pelo portal Metrópoles, com base em dados de investigações que cruzaram registros de prisões, movimentações e a estrutura remanescente da facção.

Segundo o relatório, Valdeci figura entre cinco ex-chefões que teriam rompido com o comando central da organização em meio a um racha interno que expõe disputas na cúpula do grupo criminoso.

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Disputas internas e monitoramento

Conhecido como Colorido, Valdeci já foi apontado em investigações como o número 2 do PCC nas ruas. Ele teria atuado como um dos principais operadores da organização, com envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro por meio de empresas e instituições religiosas.

De acordo com o novo mapeamento, ele integra atualmente a lista de ex-líderes considerados traidores ou dissidentes dentro da facção. Além dele, aparecem como jurados de morte Abel Pacheco de Andrade, o Vida Loka; Daniel Vinícius Canônico, o Cego; Roberto Soriano, o Tiriça; e Wanderson Nilton de Paula Lima, o Andinho — todos apontados como ex-integrantes de destaque que teriam entrado em conflito com o comando central.

O documento também indica que a estrutura formal do PCC permanece sob a liderança de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, que cumpre pena em presídio federal de segurança máxima.

A atualização do mapeamento integra estratégia das forças policiais para acompanhar áreas de influência, relações internas e possíveis desdobramentos de violência, tanto nas ruas quanto no sistema prisional.

Classificação Indicativa: Livre


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