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Polícia

Reviravolta no caso “Sicário”: defesa afirma que suspeito segue vivo e sem morte cerebral

Advogado afirma que Luiz Phillipi Mourão não teve morte cerebral confirmada, apesar de seu estado gravíssimo no hospital  |  Reprodução:

Publicado em 06/03/2026, às 18h24   Reprodução:   Jussier Lucas

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O advogado de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, afirmou que o cliente não teve protocolo de morte cerebral aberto, contrariando informações que circularam nas últimas horas sobre o estado de saúde do investigado. Mourão está internado em estado gravíssimo no Hospital João XXIII, em Belo Horizonte.

Segundo o advogado Robson Lucas da Silva, o suspeito permanece no Centro de Terapia Intensiva (CTI) da unidade hospitalar. De acordo com a defesa, apesar da gravidade do quadro clínico, os médicos ainda não identificaram condições para iniciar o procedimento médico que confirma morte cerebral.

“O quadro permanece grave. Não houve evolução clínica. Ele não melhorou, mas também não piorou”, declarou o advogado ao comentar o estado de saúde do cliente.

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Hospital não divulga informações sobre paciente

A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), responsável pelo Hospital João XXIII, informou que não divulgará detalhes sobre a situação clínica de Mourão. Em nota, o órgão explicou que segue as normas da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que impede a divulgação de informações individualizadas de pacientes sem autorização.

“A Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), em consonância com a Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG), informa que, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados, não pode disponibilizar qualquer dado individualizado que diga respeito à privacidade do paciente”, afirmou a instituição.

Mourão foi hospitalizado após tentar tirar a própria vida enquanto estava sob custódia na superintendência da Polícia Federal em Minas Gerais. A corporação informou que o preso foi socorrido por equipes da própria instituição e encaminhado para atendimento médico.

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que o episódio está sendo investigado. Segundo ele, todas as ações ocorridas no local foram registradas pelas câmeras de segurança da unidade.

A PF informou que novas informações sobre o estado de saúde do investigado devem ser divulgadas após atualização da equipe médica responsável pelo atendimento.

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