Polícia
Publicado em 04/05/2026, às 15h22 Divulgação/Polícia Científica do RN José Nilton Jr.
A Polícia Científica do Rio Grande do Norte (PCIRN) apresentou um aplicativo de simulação para dispositivos Android que permite aos usuários experimentar de forma interativa algumas fases de uma investigação criminal.
Batizado de “Simulador de Perícia PCIRN”, o aplicativo já está disponível para download gratuito e coloca o usuário no papel de perito, responsável por coletar evidências e compreender a dinâmica de um crime.
A ferramenta foi desenvolvida com foco educativo e busca demonstrar, de maneira acessível, como a ciência é aplicada na produção de provas técnicas.
Durante a simulação, o jogador precisa analisar vestígios e tomar decisões que ajudam a reconstruir os acontecimentos, aproximando o público da rotina pericial.
A proposta evidencia a importância do trabalho técnico na elucidação de crimes e no suporte às decisões judiciais.
De acordo com a instituição, o aplicativo também pretende despertar o interesse de jovens e estudantes pela área forense.
A iniciativa integra um conjunto de ações voltadas à divulgação científica e à comunicação institucional da PCIRN.
Segundo o diretor-geral da corporação, o perito criminal Marcos Brandão, o uso de uma linguagem acessível e interativa contribui para ampliar o entendimento da população sobre o trabalho desenvolvido.
Ele destaca que a ferramenta permite apresentar, de forma didática, aspectos do cotidiano dos peritos.
A Polícia Científica do Rio Grande do Norte é responsável por produzir provas técnicas por meio da análise de vestígios encontrados em cenas de crime.
Essas evidências são fundamentais para a investigação criminal e para o funcionamento do sistema de Justiça.
A atuação da instituição é considerada essencial para garantir maior precisão nas apurações e contribuir para a responsabilização de envolvidos em delitos.