Polícia
Publicado em 22/04/2026, às 14h04 Reprodução/Assessoria PMRN Giovana Gurgel
Dois irmãos foram presos após serem flagrados dirigindo sob efeito de álcool durante uma fiscalização em São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana de Natal. A ação ocorreu nesta terça-feira (21) e integra a Operação Zero Álcool.
Os suspeitos, de 29 e 42 anos, não possuíam Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e foram submetidos ao teste de alcoolemia, que confirmou a ingestão de bebida alcoólica.
De acordo com o Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), os resultados apontaram 1,42 miligrama de álcool por litro de ar expelido para um dos condutores e 0,38 miligrama por litro para o outro.
Os índices registrados ultrapassam os limites estabelecidos pela legislação de trânsito e configuram crime, no caso do maior valor, além de infração administrativa para o segundo.
A abordagem aconteceu durante uma blitz realizada pelo Batalhão Rodoviário, que intensificou a fiscalização como parte das ações de combate à combinação de álcool e direção.
Segundo informações repassadas pela corporação, os dois homens retornavam de uma confraternização familiar no momento em que foram interceptados.
Após a constatação das irregularidades, os irmãos foram conduzidos à Central de Flagrantes para os procedimentos legais cabíveis. A Operação Zero Álcool, coordenada pelo CPRE, tem como foco reduzir acidentes e ampliar a segurança nas vias estaduais.
As ações incluem abordagens sistemáticas, testes de alcoolemia e verificação da documentação dos condutores, com o objetivo de coibir práticas que colocam em risco a vida de motoristas e pedestres.
Dirigir sob efeito de álcool é considerado infração gravíssima pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Quando o teste de alcoolemia indica até 0,33 miligrama de álcool por litro de ar expelido, o condutor recebe multa elevada, no valor de R$ 2.934,70, além de ter o direito de dirigir suspenso por 12 meses e o veículo retido até a apresentação de um motorista habilitado.
Já quando o índice é igual ou superior a 0,34 miligrama por litro, a conduta passa a ser considerada crime de trânsito. Nesses casos, além das penalidades administrativas, o motorista pode ser preso em flagrante, com pena prevista de seis meses a três anos de detenção, além de multa e suspensão ou proibição de obter a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A ausência de habilitação agrava a situação, gerando autuações adicionais.
Classificação Indicativa: Livre