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Polícia

Funcionária transfere quase R$ 1 milhão em golpe, e polícia mira suspeitos no RN e na Paraíba

A análise de provas levou à identificação de outros suspeitos envolvidos na divisão de tarefas para aplicar as fraudes  |  Divulgação/PCRN

Publicado em 06/11/2026, às 10h49   Divulgação/PCRN   Lavínia Manso

A Polícia Civil do Rio Grande do Norte cumpriu três mandados de prisão e seis de busca e apreensão, nesta sexta-feira (6), em Florânia e São Vicente, no interior potiguar, e em Campina Grande, na Paraíba, durante uma investigação sobre fraudes eletrônicas. A segunda fase da Operação Cavalo de Troia mira suspeitos de se passar por executivos para induzir funcionários a transferir dinheiro, prática que teria causado um prejuízo de quase R$ 1 milhão a uma empresa.

Segundo a investigação, uma funcionária foi convencida a realizar quatro transferências via Pix. Os pagamentos, que juntos se aproximaram de R$ 1 milhão, teriam sido solicitados por criminosos que se apresentavam como representantes da empresa.

A modalidade é conhecida como “golpe do falso diretor-executivo”, também chamado de “golpe do falso CEO”, sigla em inglês para o cargo. A fraude explora a identidade de dirigentes para dar aparência de legitimidade aos pedidos de transferência.

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Análise de provas levou polícia a outros suspeitos

A investigação já havia resultado em uma primeira fase em Currais Novos, onde foram cumpridos um mandado de prisão preventiva e outro de busca e apreensão. A análise do material obtido permitiu aos policiais identificar outros possíveis envolvidos.

Os investigadores também encontraram indícios de divisão de tarefas entre os suspeitos, tanto na aplicação das fraudes quanto na movimentação dos recursos. A nova etapa busca esclarecer a participação de cada investigado, recolher dispositivos eletrônicos e rastrear o dinheiro.

Até o momento, a corporação não havia detalhado o resultado individual dos mandados cumpridos nesta sexta-feira (6). A Polícia Civil orienta que solicitações de pagamento recebidas por aplicativos ou plataformas corporativas sejam confirmadas por canais oficiais antes de qualquer transferência. Informações sobre o caso podem ser repassadas anonimamente pelo Disque Denúncia 181.

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TagsPolícia civilOperação cavalo de troiaGolpe do falso diretor-executivo