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Polícia

"Dark Horse": Polícia investiga desvio de R$ 26 milhões em contrato de São Paulo para bancar filme

Polícia investiga contrato da Prefeitura de SP com instituto privado por suspeitas de fraude e superfaturamento.  |  Divulgação/PCSP e Internet

Publicado em 01/06/2026, às 10h54   Divulgação/PCSP e Internet   Malu Machado

As autoridades policiais e de controle estão apurando graves irregularidades em um termo de colaboração firmado entre a Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (SMIT) da Prefeitura de São Paulo e um instituto privado, representado por Karina Ferreira da Gama. 

O contrato, que previa a instalação de internet Wi-Fi em comunidades periféricas da capital paulista, é alvo de investigação por suspeita de fraude, superfaturamento e desvio de dinheiro público para financiar a produção de Dark Horse - filme sobre Jair Bolsonaro.

As investigações apontam que cerca de R$ 26 milhões teriam sido antecipados pela administração municipal sem a devida prestação dos serviços. A principal suspeita é de que esses recursos tenham sido repassados para a produtora Go Up Entertainment Ltda, controlada por Karina, para subsidiar o longa-metragem.

Entenda as principais suspeitas da Polícia

As autoridades identificaram uma série de falhas consideradas graves desde a origem da contratação:

Prefeitura de São Paulo rebate e nega irregularidades

Em nota oficial, a gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) informou que está colaborando integralmente com as investigações e que todo o material requisitado na manhã desta segunda-feira já foi encaminhado às autoridades. A prefeitura defende que o contrato com o instituto seguiu "rigorosamente os princípios da legalidade, transparência e economicidade".

A administração municipal apresentou os seguintes argumentos:

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TagsInvestigaçõesContratoFilme dark horsePrefeitura de são paulo