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Polícia

Crime brutal choca comunidade: jovem mata a própria mãe e diz que já tinha sonhado com o ataque

O jovem relatou à polícia que já havia sonhado com o ato violento e não demonstrou remorso durante a prisão  |  Foto: Reprodução/DF em Foco

Publicado em 21/01/2026, às 13h42   Foto: Reprodução/DF em Foco   Giovana Gurgel

Um jovem de 23 anos foi preso em flagrante após matar a própria mãe a facadas dentro do apartamento onde moravam, no Guará II, no Distrito Federal. Em depoimento à polícia, ele afirmou que já havia sonhado com o crime antes de cometê-lo e disse que agiu por impulso. O caso aconteceu nesta terça-feira (20) e é investigado como feminicídio.

A vítima, Maria Elenice de Queiroz, de 61 anos, foi atingida por um golpe de faca no pescoço e não resistiu aos ferimentos. De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), ela foi encontrada em parada cardiorrespiratória.

O suspeito, Vinícius de Queiroz, estudante de economia da Universidade de Brasília (UnB), não demonstrou remorso no momento da prisão, segundo informações da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF).

Depoimento e comportamento após o crime

Ainda conforme a PMDF, o jovem estava sentado no sofá do apartamento quando os policiais chegaram ao local. Ele foi detido sem resistência.

Durante o interrogatório na Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam), Vinícius relatou conflitos frequentes de convivência com a mãe e afirmou que não foi a primeira vez que sentiu vontade de atacá-la.

Segundo o depoimento, em ocasiões anteriores ele conseguiu conter os impulsos violentos, mas desta vez disse ter perdido o controle e agido de forma impulsiva.

Reprodução/Correio Braziliense

Investigação e histórico familiar

Familiares informaram à polícia que o jovem enfrenta depressão e fazia uso irregular de medicação. O histórico psicológico passou a integrar a apuração do caso.

A investigação está sob responsabilidade da Deam, que busca esclarecer as circunstâncias do crime e confirmar a tipificação como feminicídio.

O caso causou forte comoção no Distrito Federal e segue sob apuração da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF).

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