Polícia
Publicado em 13/07/2026, às 07h56 Reprodução internet Redação
Uma mulher de 41 anos foi presa preventivamente no Paraná após ser denunciada pelo próprio filho, que descobriu um suposto plano para assassinar uma servidora pública.
Segundo a Polícia Civil, a investigada teria negociado o crime por meio de mensagens no WhatsApp e oferecido R$ 3 mil para que um homem executasse a vítima.
As investigações apontam que a mulher planejava a morte da servidora como forma de vingança. A vítima trabalharia na instituição responsável pelo acolhimento dos três filhos da suspeita, que a responsabilizaria pela perda da guarda das crianças.
Durante a apuração, a Polícia Civil teve acesso às conversas em que a mulher detalharia a forma como queria que o crime fosse cometido.
Em um dos trechos das mensagens apreendidas, ela teria escrito de forma direta:
Quero que mate ela a tiro."
Para os investigadores, o conteúdo reforça a suspeita de que havia uma tentativa concreta de contratar a execução da servidora.
Filho gravou conversas e procurou ajuda
O caso veio à tona após o filho mais velho da investigada encontrar as conversas no celular da mãe.
Ao perceber o teor das mensagens, o adolescente gravou parte do conteúdo e procurou a rede municipal de assistência, que acionou as autoridades e deu início à investigação policial.
Polícia aponta ameaças e monitoramento da vítima
Além da suposta negociação do homicídio, a Polícia Civil informou que a mulher teria ameaçado o próprio filho para impedir que ele denunciasse o caso.
Os investigadores também afirmam que a suspeita monitorava a rotina da servidora antes da possível execução, reunindo informações sobre os deslocamentos da vítima.
O que a investigação aponta:
Suspeita responderá por tentativa de homicídio
A mulher permanece presa preventivamente e deverá responder pelo crime de tentativa de homicídio duplamente qualificado, conforme informou a Polícia Civil, que segue com as investigações para esclarecer todos os detalhes do caso.