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Negócios

Virada no mercado: IBGE revela os setores que mais crescem e geram vagas no RN

Dados do IBGE mostram que o setor privado agora concentra 68,1% dos trabalhadores assalariados no RN, enquanto a administração pública encolhe  |  Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Publicado em 26/06/2026, às 07h39   Marcello Casal Jr/Agência Brasil   Malu Machado

O mercado de trabalho formal no Rio Grande do Norte passou por uma mudança importante. Dados inéditos das Estatísticas do Cadastro Central de Empresas (Cempre), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que o setor privado ampliou sua participação e agora concentra 68,1% do total de trabalhadores assalariados no estado, o que representa mais de dois terços do mercado formal potiguar.

Em contrapartida, a administração pública encolheu seu quadro de pessoal, registrando uma queda de 5,4% no número de funcionários em apenas um ano. Ao todo, o RN encerrou o período com 675.203 trabalhadores assalariados com carteira assinada.

Raio-X do emprego formal no RN

Quem paga mais? O ranking dos salários no estado

Embora o setor público tenha reduzido o número de vagas, ele continua no topo quando o assunto é remuneração. O salário médio mensal da administração pública no RN ficou em R$ 5.115,66, cerca de duas vezes superior à média dos demais setores, colocando o estado na liderança do Nordeste com a maior média salarial no setor público.

No recorte por atividades econômicas específicas, as três maiores médias salariais mensais do estado são:

Na outra ponta da tabela, o setor de artes, cultura, esporte e recreação apresentou o menor rendimento médio do RN, com salários na faixa de R$ 1.697,02.

Setores em alta e em baixa

O comércio segue liderando de forma absoluta o número de estabelecimentos no RN, respondendo por 32,4% de todas as unidades locais do estado. No entanto, os segmentos que registraram as maiores taxas de crescimento de empresas foram:

A educação foi a única atividade econômica a registrar retração no estado, com uma queda de 10,4% no número de estabelecimentos.

Classificação Indicativa: Livre


TagsMercado de TrabalhoTrabalhadores assalariadosCrescimento de empresas