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Publicado em 26/11/2025, às 18h00 A administração estadual afirma que o novo cenário permitirá o planejamento de ações de médio e longo prazo com maior segurança - Sandro Menezes/Assecom José Nilton Jr.
O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou na última terça-feira (25) a homologação do acordo firmado entre o Governo do Rio Grande do Norte e a União, garantindo ao Estado acesso às condições necessárias para entrar no Programa de Equilíbrio Fiscal, o PEF. A decisão encerra a disputa judicial aberta pelo RN para assegurar a garantia federal.
Com a validação, o Estado está autorizado a contratar R$ 855 milhões respaldados pela União, valor considerado crucial para reforçar o caixa potiguar e abrir espaço para novos investimentos públicos voltados à população. A medida promete aliviar pressões financeiras acumuladas e ampliar a margem de gestão.
O entendimento estabelecido no STF é tratado internamente como ponto de virada, já que cria previsibilidade e amplia a capacidade de execução de projetos estratégicos em diversas áreas. O governo avalia que o acordo consolida bases sólidas para uma fase de crescimento contínuo.
A administração estadual afirma que o novo cenário permitirá o planejamento de ações de médio e longo prazo com maior segurança, evitando “solavancos” e garantindo estabilidade ao fluxo financeiro. Segundo auxiliares, o reforço econômico deve acelerar obras e programas essenciais.
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Além do fôlego fiscal, o governo destaca que o acordo demonstra maturidade institucional e cooperação entre entes federativos em um momento crítico da economia nacional. A homologação é vista como reconhecimento da necessidade urgente de equilíbrio nas contas locais.
O Executivo potiguar reforça que seguirá priorizando o diálogo técnico com a União para assegurar execuções eficientes e responsáveis. O pacto, segundo o governo, abre caminho para políticas públicas mais robustas e melhor qualidade de vida à população.