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Publicado em 24/12/2025, às 14h25 REUTERS Jussier Lucas
O vulcão Kilauea, considerado um dos mais ativos do planeta e principal atração do Parque Nacional dos Vulcões, no Havaí (EUA), voltou a entrar em erupção na noite desta terça-feira (23), próximo à véspera de Natal.
Imagens captadas pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) mostram colunas de lava que alcançaram até 305 metros de altura, com o lado sul do vulcão registrando jatos de lava de aproximadamente 280 metros.
A força da erupção foi tão intensa que desativou uma das câmeras de observação ao vivo do Observatório Vulcânico do Havaí, responsável pelo monitoramento da região.
Histórico de erupções e atividade quase contínua
O Kilauea mantém atividade periódica desde 23 de dezembro de 2024, com erupções quase diárias e intervalos curtos entre os episódios. Em 2025, o vulcão entrou em erupção diversas vezes, consolidando sua reputação como um dos vulcões mais ativos do mundo.
Situado na cratera Halemaʻumaʻu, o Kilauea é monitorado constantemente por sensores sísmicos, câmeras e equipamentos geofísicos, garantindo alertas rápidos sobre qualquer aumento de atividade. Apesar da imponência da erupção, as autoridades afirmam que não há, até o momento, risco direto às comunidades próximas.
Historicamente, o Kilauea tem sido um dos vulcões mais monitorados do mundo. Desde 1983, mantém atividade quase contínua, com erupções periódicas e formação de fluxos de lava que moldam constantemente a paisagem do Parque Nacional dos Vulcões.
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Segurança e monitoramento
Apesar das erupções impressionantes, visitantes e moradores são instruídos a seguir rigorosamente as orientações do USGS Hawaiian Volcano Observatory, já que gases tóxicos, partículas vulcânicas e mudanças rápidas no terreno podem representar riscos.
O órgão recomenda atenção especial às áreas restritas do parque e ao tráfego nas proximidades da cratera.
Especialistas destacam que a contínua atividade do Kilauea oferece uma oportunidade única para estudos geológicos e monitoramento de erupções.