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Publicado em 09/10/2025, às 21h44 Imagem: freepik Bruna Souza
Todo mundo já parou para pensar se o universo terá um fim, outra dúvida importante é quando isso pode ocorrer? Um novo estudo, feito por Henry Tye, da universidade de Cornell e, explicado pelo Olhar Digital, sugere que a expansão cósmica pode não ser eterna.
O ponto central do estudo é que um “Big Crunch”, colapso do universo pode realmente acontecer. Essa ideia coloca uma hora marcada no relógio do cosmos, entenda os detalhes dessa hipótese.
Segundo o estudo divulgado, o universo poderia atingir seu ponto máximo de expansão em cerca de 11 bilhões de anos, para depois começar a se contrair. Essa ideia desafia o cenário da expansão eterna. Outra versão anterior é mais otimista, costumava indicar que esse colapso poderia ocorrer em até 20 bilhões de anos.
A hipótese do Big Crunch propõe que a gravidade ganharia força suficiente para reverter a expansão cósmica. Em vez de ir para sempre, seguindo de forma contínua, a matéria e enrgia começariam a se comprimir, até um ponto de singularidade semelhante ao do Big Bang, só que ao contrário.
Esse processo implicaria que tudo o que existe seria aspirado de volta, colapsando num ponto minúsculo e denso, ou seja, todo o universo deixaria de existir, não sobrando nada.
Vale lembrar que essa previsão ainda está longe de consenso. Muitos modelos favorecem que o universo seguirá se expandindo indefinidamente, levando a um destino de “morte fria” em que tudo fica muito distante e inerte.
Também há teorias cíclicas, segundo as quais esse colapso pode gerar um novo Big Bang, reiniciando o ciclo, a comunidade científica não foi capaz de chegar a uma resposta final sobre o início e fim do univeros.
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