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Trump promete destruir navios iranianos e eleva tensão mundial; entenda o que está em jogo

Presidente Trump declara que embarcações iranianas serão destruídas se se aproximarem do bloqueio no Estreito de Ormuz  |  Reprodução: Redes Sociais

Publicado em 13/04/2026, às 17h36   Reprodução: Redes Sociais   Jussier Lucas

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (13) que forças norte-americanas irão destruir qualquer embarcação iraniana que se aproxime do bloqueio imposto no Estreito de Ormuz. A declaração marca uma nova escalada na crise entre os dois países.

A medida ocorre no mesmo dia em que entrou em vigor a interdição marítima determinada por Washington, válida para navios que tenham origem ou destino em portos iranianos. O bloqueio já havia sido anunciado anteriormente e passou a ser aplicado a partir das 11h (horário de Brasília).

Em publicação nas redes sociais, Trump afirmou que utilizará contra embarcações iranianas o mesmo método empregado em operações no Caribe, voltadas ao combate ao tráfico de drogas. Segundo ele, o sistema é “rápido e brutal”.

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Impacto global e reação do Irã

O Estreito de Ormuz é uma das principais rotas de transporte de petróleo do mundo, responsável por uma parcela significativa do fluxo energético global. Qualquer restrição na região tende a impactar diretamente os preços do petróleo e o comércio internacional.

Do lado iraniano, o governo classificou a ação dos Estados Unidos como ilegal e acusou Washington de promover um ato de “pirataria”. O país já vinha restringindo o trânsito na área nas últimas semanas, o que intensificou o impasse.

Na mesma declaração, Trump afirmou que forças norte-americanas já teriam destruído dezenas de embarcações iranianas, embora não tenha apresentado detalhes ou comprovações independentes sobre a informação.

A escalada ocorre em meio a um cenário de cessar-fogo instável e negociações diplomáticas ainda indefinidas. O aumento da tensão na região amplia as incertezas geopolíticas e pode provocar efeitos diretos nos mercados globais, especialmente no setor de energia.

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