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Luto no jornalismo potiguar: morre Helga Oliveira aos 51 anos

Helga Oliveira, reconhecida por sua cobertura esportiva, faleceu após complicações de saúde em Natal, deixando um legado importante  |  Reprodução/Internet

Publicado em 25/06/2026, às 14h39 - Atualizado às 16h40   Reprodução/Internet   Giovana Gurgel

A jornalista Helga Oliveira morreu nesta quinta-feira (25), aos 51 anos, em Natal, após enfrentar complicações de saúde decorrentes de uma leucemia. Reconhecida como uma das pioneiras da cobertura esportiva na televisão do Rio Grande do Norte, ela estava internada desde o dia 6 de junho e deixa o esposo, o jornalista Luis Henrique, e os filhos Pedro e Caio.

A morte da profissional provocou forte comoção entre familiares, amigos, colegas de profissão e admiradores de sua trajetória. Nas redes sociais, diversas homenagens destacaram sua dedicação ao jornalismo e a forma acolhedora com que construiu relações ao longo da carreira.

Helga ganhou notoriedade por sua atuação na antiga TV Cabugi, atualmente afiliada à Rede Globo no estado, onde integrou a equipe de jornalismo esportivo e comandou edições locais do programa Globo Esporte. A jornalista faria 52 anos no próximo sábado (27). 

Internação e agravamento 

A jornalista enfrentava a leucemia havia pelo menos cinco anos. Nas últimas semanas, seu estado de saúde se agravou após uma gripe evoluir para uma pneumonia severa, comprometendo ainda mais sua recuperação.

Internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) da Policlínica do Alecrim desde o início de junho, Helga precisou de cuidados intensivos em razão das complicações provocadas pela pneumonia. O tratamento contra a leucemia também contribuiu para a fragilidade de seu sistema imunológico.

Durante o período de internação, familiares, amigos e colegas promoveram correntes de oração e manifestações de apoio, mobilizando a comunidade potiguar em torno de sua recuperação.

Legado 

Além da contribuição para o jornalismo esportivo, Helga também se destacou pelo trabalho de conscientização sobre inclusão. Mãe de Caio, ela transformou experiências pessoais em iniciativas voltadas à informação e ao acolhimento de famílias.

Em 2018, participou ao lado do filho de uma campanha institucional da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte (ALRN), voltada à conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). A ação enfatizava a importância do diagnóstico e da intervenção precoces. A iniciativa alcançou milhares de pessoas e reforçou o compromisso da jornalista com pautas sociais que extrapolavam o universo da comunicação esportiva.

Homenagens e despedida

Em nota oficial, a ALRN lamentou a morte da jornalista e ressaltou sua trajetória profissional, marcada pela competência, sensibilidade e pioneirismo.

O texto também manifestou solidariedade ao esposo Luis Henrique, aos filhos Pedro e Caio, além de familiares, amigos e profissionais da comunicação do estado. Até a última atualização desta reportagem, ainda não haviam sido divulgadas informações sobre velório e sepultamento da jornalista.

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TagsComunicaçãoLutoHelga oliveira