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Publicado em 07/04/2026, às 17h17 Reprodução: x Jussier Lucas
A jornalista americana Shelly Kittleson foi libertada nesta terça-feira (7), no Iraque, após passar cerca de uma semana em cativeiro. A informação foi confirmada por autoridades iraquianas e veículos internacionais.
Kittleson havia sido sequestrada em uma rua de Bagdá e estava sob poder da milícia Kataib Hezbollah, grupo armado com ligação ao Irã. Em comunicado, a organização afirmou que a jornalista deve deixar o país imediatamente após a libertação.
O grupo também declarou que a decisão foi tomada como reconhecimento a posições do primeiro-ministro Mohammed Shia al-Sudani, sem detalhar os termos do acordo ou as circunstâncias exatas da liberação.
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A libertação ocorreu após dias de negociações complexas, conduzidas com apoio de autoridades iraquianas e interlocutores ligados a grupos armados. Segundo informações divulgadas por fontes de segurança, houve dificuldades na comunicação com lideranças da milícia, que estariam atuando na clandestinidade.
Relatos indicam que o governo do Iraque chegou a considerar a libertação de integrantes do grupo presos como parte das tratativas, embora não haja confirmação oficial de que a medida tenha sido efetivada.
Durante o período em cativeiro, autoridades dos Estados Unidos acompanharam o caso e reforçaram alertas de segurança. A jornalista, que atua como freelancer, já colaborou com veículos internacionais e tinha experiência de cobertura no Oriente Médio.
O sequestro ocorreu mesmo após avisos prévios sobre possíveis ameaças, segundo autoridades americanas e iraquianas. O caso reacende preocupações sobre a segurança de jornalistas em áreas de conflito e a atuação de milícias armadas na região.
Confira o vídeo: