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Publicado em 29/10/2025, às 13h31 Reprodução/Unsplash - Ilustrativa Marina Gonçalves
Desde o início da semana, as notícias sobre o Furacão Melissa, que passou pela Jamaica e já atingiu Cuba como um sistema de categoria 3, dominam os noticiários e as redes sociais.
De acordo com informações do CNN Brasil, o Melissa deve avançar diretamente sobre o sudeste de Cuba nas próximas horas.
O furacão deve provocar ventos violentos, chuvas intensas e uma elevação do nível do mar com risco de vida, formando uma maré de tempestade que pode alcançar até 3,6 metros acima do normal. Mas afinal, por que o Furacão Melissa é considerado um evento histórico?
Ainda segundo o portal, o furacão Melissa se tornou histórico ao registrar ventos de até 298 km/h na última terça-feira, 28. Isso o coloca empatado com outros quatro furacões como a segunda tempestade mais intensa desde 1851, atrás apenas do Allen, em 1980, que chegou a 306 km/h.
Além disso, apenas dois furacões na história tiveram ventos tão fortes ao atingir terra: Dorian, em 2019, nas Bahamas, e o de 1935, nos Florida Keys, igualando Melissa entre os mais fortes do Atlântico em velocidade do vento.
O furacão Melissa superou o Gilbert e se tornou a tempestade mais intensa a atingir a costa da Jamaica com ventos 88 km/h mais fortes, enquanto Gilbert, em setembro de 1988, havia chegado ao sudeste da ilha como um furacão de categoria 4 com rajadas de até 209 km/h.
O Melissa entrou para a temporada de 2025 como o terceiro furacão de categoria 5, depois de Erin em agosto e Humberto em setembro. Para comparação, a temporada de 2005 teve quatro furacões nesse nível, o maior número já registrado em um único ano.
Nos próximos meses, o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos vai revisar a intensidade do Melissa, então sua classificação histórica ainda pode ser alterada.
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