Geral
Publicado em 02/11/2025, às 11h00 Reprodução/Freepik Bruna Souza
O Acidente Vascular Cerebral (AVC) é uma das principais causas de morte e incapacidade no Brasil. De acordo com especialistas, cerca de 90% dos casos de AVC poderiam ser evitados por estarem diretamente ligados a fatores de risco modificáveis.
Controlar esses fatores e agir rapidamente ao reconhecer os sinais são as chaves para mudar a trajetória da doença. A maior parte das questões de risco estão ligadas a hábitos de saúde e atenção com o corpo.
“Quem abandona o tratamento da hipertensão, deixa o diabetes descompensado ou continua fumando, tem risco muito maior de sofrer um novo AVC” explia o Dr. Hugo Doria, MD, PhD e neurocirurgião do Hospital Santa Catarina - Paulista, segundo o portal Correio 24 horas.
Mesmo seguindo as prevenções é importante saber e estar atento a todos os alertas que do corpo, uma morte pode ser evitada com o atendimento médico no tempo adequado.
Quando um AVC está ocorrendo, cada minuto é vital, pois representa a perda de milhões de neurônios. O atendimento rápido é fundamental para que o paciente possa receber terapias como a trombólise (que dissolve o coágulo) e reduzir as sequelas. Em caso de alerta, chame o SAMU (192).
Investir na prevenção é a estratégia mais eficiente. O especialista Dr. Hugo Doria destaca que políticas públicas focadas no controle da pressão arterial, arritmias e incentivo à atividade física poderiam evitar cerca de 90% dos casos.
Além da prevenção, o cérebro tem uma capacidade de adaptação impressionante; com reabilitação adequada, fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e neuropsicologia, mesmo após o evento, é possível recuperar funções e autonomia, especialmente nos primeiros meses.