Esportes
Publicado em 04/09/2025, às 08h49 Foto: Reprodução/ Globo. Sammara Bezerra
Pela primeira vez, Galvão Bueno admitiu, pela primeira vez, que ficou incomodado com as circunstâncias de sua saída da Globo. De acordo com ele, após 43 anos de parceria profissional, a emissora perguntou se ele teria algum projeto a apresentar para seguir contratado.
“Achei um pouco de desaforo”, afirmou ao Olho no Olho, novo programa de entrevistas da Folha.
O primeiro episódio está disponível a partir desta quinta-feira (4) no canal da Folha no YouTube e nas redes sociais do jornal. No bate-papo, Galvão afirma que deixou de lado o seu canal na plataforma de vídeos do Google.
Segundo o comunicador, fazer algo apenas para o digital não fez a sua cabeça, e que o seu negócio é televisão, e destacou que "convites para trabalho não faltam".
“Ficar só no YouTube não deu para mim. Não quero ser youtuber, quero fazer televisão no YouTube. O Johnny Saad, dono da Band, me disse que fico o tempo que quiser, quando eu quiser”, afirmou.
O apresentador também falou do que vê como problemas no futebol brasileiro e abordou polêmicas em que se viu envolvido. Ele esclareceu que foi contra a camisa vermelha da seleção brasileira por não ter nada a ver com o país.
“Fiquei puto da vida com essa história, mas não teve nada a ver com política. Eu falo para um Brasil inteiro sem qualquer distinção. Era uma falta de respeito com a camisa azul [o segundo uniforme], que é tradicional”, explica.
Galvão revelou ter mágoa de Ednaldo Rodrigues, ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
“Ele ficou chateado comigo, antes eu fiquei chateado com ele. Ednaldo e não teve honra em um compromisso comercial que tinha comigo”, afirmou.