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Publicado em 15/06/2026, às 12h30 Dan Mullan/Getty Images Malu Machado
A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 não foi como o torcedor esperava. O empate por 1 a 1 contra o Marrocos no último sábado (13), no MetLife Stadium, deixou o time comandado pelo técnico Carlo Ancelotti em uma situação de alerta precoce.
Agora, para garantir a liderança do Grupo C, o Brasil entra em campo na segunda rodada sob a obrigação de construir uma vantagem confortável de gols.
O próximo compromisso da Seleção Canarinho será contra o Haiti, considerado o adversário mais frágil da chave. A partida acontece na próxima sexta-feira, 19 de junho, no Lincoln Financial Field, na Filadélfia (EUA).
Como o regulamento da FIFA utiliza o saldo geral de gols como o primeiríssimo critério de desempate na fase de grupos, vencer o Haiti por um placar magro pode não ser suficiente. O Brasil precisa de uma goleada e ainda terá que secar o Marrocos na rodada.
A disputa pela ponta da tabela promete ser acirrada até o fim, dependendo também do desempenho de Haiti e Escócia, que completam o grupo.
Caso as equipes terminem a fase de grupos empatadas em pontos, a definição das vagas para o mata-mata seguirá a seguinte ordem rigorosa:
Diante de um público impressionante de 80.663 torcedores em Nova Jersey, o Brasil estreou com surpresas na escalação de Ancelotti, que mandou a campo Ibañez e Douglas Santos nas laterais, além de Igor Thiago no comando do ataque.
A partida começou tensa. Após Igor Thiago furar uma chance clara aos 13 minutos, o Marrocos castigou: aos 20, após erro de passe de Lucas Paquetá, Brahim Díaz achou Saibari, que tocou de cavadinha na saída de Alisson para abrir o placar. O Brasil sentiu o golpe, mas foi salvo pelo talento individual. Aos 44, Vini Jr. recebeu de Bruno Guimarães, chamou a marcação para dançar e soltou uma bomba cruzada para empatar com um golaço: 1 a 1.
No segundo tempo, preocupado com os cartões amarelos, Ancelotti tirou Ibañez e Casemiro para as entradas de Danilo e Fabinho. Mais tarde, oxigenou o ataque com Luiz Henrique e Matheus Cunha.
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Apesar de o time ter ficado mais móvel, a criação foi engessada e a Seleção assustou pouco. Nos acréscimos, o Marrocos ainda teve uma chance dupla inacreditável, mas Alisson segurou o empate.