Entretenimento
Publicado em 31/10/2025, às 12h22 Reprodução/ Unsplash Nathalia Quiereguini
Para quem ama gatos, mas se incomoda com a quantidade de pelos espalhados pela casa, a boa notícia é que existem raças conhecidas por soltar menos fios, de acordo com o site Metrópoles.
A escolha do tipo de gato pode fazer diferença na limpeza do ambiente, na manutenção da pelagem e até na convivência com pessoas alérgicas.
De acordo com especialistas em comportamento felino, fatores como genética, tipo de pelo e alimentação influenciam diretamente na queda.
Gatos de pelagem curta, fina ou praticamente inexistente tendem a liberar menos pelos, o que torna a rotina doméstica mais prática.
A queda de pelos é um processo natural, mas pode variar de acordo com a raça, a saúde do animal e as condições climáticas.
Gatos saudáveis e bem alimentados costumam manter o ciclo de renovação dos fios de forma equilibrada. Já situações de estresse, má nutrição ou alergias podem intensificar a perda.
Segundo veterinários, manter uma alimentação rica em nutrientes e escovar o gato regularmente são medidas essenciais para reduzir o problema, mesmo em raças conhecidas por soltar poucos pelos.
Entre as raças mais indicadas para quem busca praticidade, o Sphynx é o destaque. Praticamente sem pelos, ele exige cuidados específicos com a pele, mas dispensa escovações.
O Devon Rex e o Cornish Rex, com pelos curtos e encaracolados, também são boas opções: produzem pouca queda e têm temperamento dócil.
Já o Bengal, de pelagem curta e densa, solta poucos fios e se adapta bem a ambientes internos.
O Oriental Shorthair, por sua vez, combina elegância e fácil manutenção, graças ao pelo liso e fino.
Escolher um gato de baixa queda de pelos pode facilitar a rotina doméstica e garantir mais conforto para o tutor.
Com os cuidados certos, é possível manter o ambiente limpo e saudável sem abrir mão da companhia de um animal carinhoso e sociável.
"Ilha dos gatos": conheça destino que tem mais felinos do que pessoas
Dormir com o gato faz bem? Saiba os benefícios e os riscos escondidos desse hábito comum