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Publicado em 13/02/2026, às 10h00 Divulgação Malu Machado
O Carnaval é a festa do encontro, mas um dos gestos mais comuns da folia - o beijo - exige atenção. Especialistas alertam que a euforia dos trios e bloquinhos pode esconder riscos à saúde.
De acordo com a infectologista Ana Rachel de Seni Rodrigues, a boca é uma das principais portas de entrada para microrganismos, funcionando como um ambiente perfeito (úmido e aquecido) para a sobrevivência de vírus e bactérias.
A médica destaca as principais doenças que circulam através da saliva:
Vírus respiratórios, como os da gripe, do resfriado comum e da covid-19, também entram na lista de riscos importantes, especialmente em grandes aglomerações. Apesar de a principal forma de transmissão ser respiratória, como tosse ou espirro, a saliva atua como um veículo direto de contato.
A infectologista reforça que o beijo faz parte da vida afetiva e não deve ser um tabu, mas pede equilíbrio e consciência. Algumas medidas simples ajudam a proteger o folião:
Alerta: caso surjam sintomas como febre persistente, dor de garganta intensa ou lesões orais após o Carnaval, a orientação é buscar avaliação médica imediata. Afinal, entre confetes e beijos, a saúde também deve entrar na folia.