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Cidades

Refinaria do RN reduz novamente preços da gasolina e do diesel; veja os novos valores

Com a nova redução, a gasolina acumula queda de R$ 0,24 e o diesel A S500 R$ 0,38, mas consumidores ainda não veem reflexo nos valores  |  Reprodução Internet

Publicado em 25/06/2026, às 11h06   Reprodução Internet   Redação

A Brava Energia anunciou, nesta quinta-feira (25), uma nova redução nos preços da gasolina A e do diesel A S500 vendidos pela Refinaria Clara Camarão, em Guamaré. Esta é a segunda semana seguida de queda nos valores dos combustíveis.
A gasolina A teve redução de R$ 0,06 por litro, passando de R$ 3,81 para R$ 3,75. Na semana passada, o combustível já havia ficado R$ 0,18 mais barato, quando o preço caiu de R$ 3,99 para R$ 3,81. 
O diesel A S500 também registrou novo recuo nas duas modalidades de comercialização da refinaria. Na modalidade LCT, o litro passou de R$ 4,49 para R$ 4,36, uma redução de R$ 0,13. Já na modalidade EXA, o preço caiu de R$ 4,48 para R$ 4,35, também com diminuição de R$ 0,13 por litro.
Na atualização divulgada em 18 de junho, o diesel já havia apresentado queda de R$ 0,25 por litro em ambas as modalidades, saindo de R$ 4,74 para R$ 4,49 no modelo LCT e de R$ 4,73 para R$ 4,48 no EXA. Os valores divulgados correspondem aos preços praticados pela refinaria e não refletem diretamente o preço final ao consumidor.
Até chegar aos postos, os combustíveis ainda recebem a incidência de impostos, custos de distribuição e logística, além das margens de revenda e, no caso da gasolina, da mistura obrigatória de etanol.
Com as duas últimas reduções, a gasolina acumula queda de R$ 0,24 por litro na Refinaria Clara Camarão, enquanto o diesel A S500 registra redução acumulada de R$ 0,38 por litro nas modalidades LCT e EXA.

Por que o preço não cai de imediato?

O valor final que o motorista paga na bomba depende de uma longa cadeia que envolve o preço da refinaria, os custos de transporte, os impostos federais e estaduais, e a margem de lucro de quem distribui e de quem vende.

Quando as distribuidoras restringem a oferta do produto, o custo para o posto de combustível comprar o estoque sobe. Com o custo de aquisição mais alto, os donos de postos afirmam que fica inviável repassar a redução da refinaria de forma imediata ou integral para o consumidor.

Para tentar impedir abusos, o Governo Federal e a Agência Nacional do Petróleo (ANP) estão exigindo que as distribuidoras enviem relatórios periódicos detalhando suas margens de lucro.

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